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COLUNA ESPLANADA

QG na urna

A turma dos militares fez as contas: até agora são 36 os candidatos nas eleições deste ano

QG na urna
Um deles é Jair Bolsonaro, que disputará a Presidência (Fonte: Reprodução/AFP)

A turma dos militares em Brasília fez as contas: até agora são 36 os candidatos nas eleições deste ano em 18 estados, que vão disputar os mais variados cargos, como Senado, deputados federais e deputados estaduais. São 12 generais, 4 capitães – um deles Jair Bolsonaro, que disputará a Presidência – 10 coronéis, 2 majores, 2 sargentos, entre outros. O Amazonas lidera o número de militares candidatos, por ora: são 5 nomes; Distrito Federal e São Paulo terão 4 militares candidatos.

Piada pronta

O governo do DF comunicou racionamento de água em parte do Plano Piloto, ontem, no dia da abertura do 8º Fórum Mundial da Água, com presença de 11 chefes de Estado.

Blá blá blá

Está inoperante, no Senado, a Comissão Externa de Fiscalização da Intervenção Federal no Rio. Criado há um mês, o colegiado até agora não se reuniu para ser instalado.

Operante

Por outro lado, na Câmara, a comissão externa coordenada por Hugo Leal (PSB-RJ) definiu os integrantes dia 5 de março, e já se reuniu com o general Braga Netto.

Caravana estratégica

A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, bateu pé para roteiro da Caravana de Lula da Silva pelo Sul se encerrar em Curitiba semana que vem. É estratégia dos petistas. Coincidentemente às vésperas da esperada prisão de Lula. Se isso ocorrer, ele evita exposição de sair num camburão em São Bernardo rumo ao aeroporto de Congonhas (SP), ao vivo em rede nacional.

Daqui não saio

Mas Lula, que repete que será um preso político, teme em voltar para casa em São Bernardo. Ele quer mesmo a exposição. O PT já prepara também uma caravana para a prisão. Os nomes mais próximos de Lula, como Gilberto Carvalho, Luiz Marinho, Benedita da Silva e Lindberg Farias devem aparecer em Curitiba.

Pedetistas

Ciro Gomes almoçou no Rio de Janeiro com Carlos Lupi, presidente do PDT, seu partido, e  a deputada estadual Martha Rocha. Disse que ela tem o  seu apoio caso se candidate ao governo. Ciro quer ir muito ao Rio, segundo colégio eleitoral do país.

Na pista

Apesar de o Tribunal de Contas da União determinar em junho de 2017 o cancelamento do programa TaxiGov, o Ministério do Planejamento mantém o serviço de corridas prestado pela empresa Shalom, uma das muitas cooperativas de táxi no DF.

Derrapagem

Na decisão, o TCU apontou que o governo direcionou a licitação: “O certame do Planejamento ignorou a existência de outros serviços de táxi e os novos aplicativos de transporte individual, tipo Uber e Cabify”.

Taxiando

A assessoria do Planejamento posiciona que “o TCU tomou uma decisão não definitiva para que os contratos não fossem mais prorrogados”. A pasta também informa que desde a implantação do serviço “foi observado uma redução de 61,12% nos gastos”.

Alckmin & França

Um dia depois da convenção do PSDB que lançou o prefeito João Dória Jr na disputa para o governo de São Paulo, o governador aliado Geraldo Alckmin realizou ontem, dentro do Palácio dos Bandeirantes, um evento com centenas de prefeitos do interior.

Fogo amigo

Foi palanque para outro aliado. Alckmin apresentou com pompas o seu vice, Márcio França (PSB), como o sucessor a partir do dia 7, e citou em alto tom que ele é honesto e trabalhador. França será candidato à reeleição e disputará com Dória. Alckmin aposta as fichas numa possível coalizão que tenha PSB na sua chapa para o Palácio do Planalto.

Abraço dos afogados

Durante recente lançamento do livro “A Verdade Vencerá”, o ex-presidente Lula dedicou parte do discurso à defesa do ex-ministro da Ditadura Delfim Netto, alvo da 49ª fase da Lava Jato. “Não posso admitir que um homem como ele, aos 90 anos, seja acusado de corrupto”, disse o petista, cada dia mais abatido e com voz titubeante.

Aliás…

… a palavra consultor tem tomado um sentido pejorativo no mercado. Se um trabalha legalmente e com prova de prestação de serviços para uma empresa enrolada com a Justiça e polícia, torna-se suspeito.

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1 Opinião

  1. Nilson Bennoti disse:

    Vou apostar na caserna, os políticos civis são notórios corruptos (salvo uma meia-dúzia). Em cargos onde não houver um militar candidato, não votarei.

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