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Cheia no Acre

Rio Branco, no Acre, tem a maior cheia em 132 anos

São mais de 50 bairros atingidos, 8,4 mil pessoas desabrigadas, mais de 86 mil habitantes diretamente afetados e uma vítima fatal

Rio Branco, no Acre, tem a maior cheia em 132 anos
A cheia supera a de 1997, quando o nível do rio chegou a 17,66 metros (Reprodução/G1)

A cidade de Rio Branco, no Acre, registra a maior cheia em 132 anos e vive o pior desastre natural da sua história. No domingo, 1º, o prefeito decretou estado de calamidade pública. Nesta quarta-feira, 4, o Rio Acre deu sinais de estabilidade e manteve o nível de 18,34 metros durante quatro horas seguidas.

São mais de 50 bairros atingidos, 8,4 mil pessoas desabrigadas, mais de 86 mil habitantes diretamente afetados e uma vítima fatal. Uma funcionária pública morreu eletrocutada quando entrava na casa da filha, que estava alagada com água a quase um metro do chão. A cheia supera a de 1997, quando o nível do rio chegou a 17,66 metros.

Três pontes e seis ruas foram interditadas no centro da cidade. As aulas nas escolas públicas e particulares foram suspensas e o governo decretou ponto facultativo para os servidores públicos até sexta-feira, 6, para tentar diminuir o fluxo de pessoas e carros pela região central cidade. A mobilização do governo estadual para dar suporte às milhares de famílias atingidas pela cheia inclui 30 abrigos para receber as vítimas.

Fontes:
Estadão-Capital do Acre tem a maior cheia em 132 anos; rio chega a 18 metros
G1-Rio Acre dá sinais de estabilidade e mantém nível em 18,34 metros

1 Opinião

  1. Roberto Santhiago disse:

    O amazônida é, sobretudo, um forte!
    O habitante da Amazônia está acostumado com a enchente dos rios da Região Norte. O amazônida não se abala com a tragédia do transbordamento dos rios, o quê, se acontecer para os nossos irmãos de outras regiões do Brasil, à exceção dos habitantes do Pantanal Mato-grossense, sempre deixará consequências catastróficas. Porém, não se pode deixar de considerar que o Governo Federal tem a obrigação de ajudar os atingidos pelo fenômeno natural, e isso, mesmo “decantado em prosa e verso” por quem esteja ocupando a cadeira de Presidente, não é feito, muito embora os impostos sejam regiamente cobrados, e cada vez maiores, não importando se a renda dos nortistas seja muito aquém daquela dos outros brasileiros. “Tá” passando da hora dos brasileiros olharem para a Amazônia com o mesmo olhar que os estrangeiros já há muito o fazem. Lembrem-se que em “Raposa Serra-do-Sol” BRASILEIRO NÃO ENTRA MAIS(!!), pois, lá é território considerado como pertencente à “Nações Indígenas”…. mas qualquer estrangeiro pode entrar sem qualquer problema!

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