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Racionamento

São Paulo pode ter rodízio no abastecimento de água

Medida, admitida pela primeira vez pelo governador Geraldo Alckmin, vai depender da quantidade de chuva nos próximos meses

São Paulo pode ter rodízio no abastecimento de água
Nível do Sistema Cantareira voltou a cair (Fonte: Reprodução/Estadão)

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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), admitiu, pela primeira vez, a possibilidade de ter que impor um rodízio no abastecimento de água na Grande São Paulo.

A medida vai depender da quantidade de chuva nos próximos meses. Estimativas da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) indicam que a reserva do principal manancial paulista é suficiente para abastecer a Região Metropolitana somente até outubro.

Alckmin ressaltou que a possibilidade de rodízio será analisada “diariamente pelos técnicos que vão monitorar esse trabalho”.

A Sabesp admitiu na semana passada a possibilidade de racionamento. Em comunicado, a companhia ressaltou que, “se as chuvas não retornarem a índices adequados e, consequentemente, os níveis dos reservatórios não forem restabelecidos, poderemos ser obrigados a tomar medidas mais drásticas, como o rodízio de água”. O rodízio, ainda segundo a Sabesp, é tratado como uma “hipótese”.

O nível do Sistema da Cantareira voltou a cair nesta quarta-feira, 9, chegando a 12,5% da capacidade, novo recorde negativo.

A Sabesp ressaltou também que o volume útil dos cinco reservatórios que formam o Cantareira pode se esgotar até o dia 21 de junho, e que até lá estará pronta para captar cerca de 196 bilhões de litros do “volume morto” do sistema, que seria suficiente para um abastecimento durante quatro meses. A expectativa é de que o manancial inicie a sua recuperação na próxima temporada de chuva, a partir de outubro.

Fontes:
Estadão - Alckmin diz que racionamento de água em SP não está descartado

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