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COLUNA ESPLANADA

Turismo capixaba perde R$ 1,5 milhão

Crise da segurança no Espírito Santo fez o setor deixar de faturar R$ 1,5 milhão no fim de janeiro e neste carnaval

Turismo capixaba perde R$ 1,5 milhão
Pelo menos 30% das reservas de hospedagem para o período foram canceladas na região litorânea (Fonte: Reprodução/Prefeitura de Vila Velha)

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Um levantamento da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira do Espírito Santo para a Coluna revela que a crise da segurança no estado fez o setor deixar de faturar R$ 1,5 milhão no fim de janeiro e neste carnaval. Pelo menos 30% das reservas de hospedagem para o período foram canceladas na região litorânea — Vitória, Vila Velha e Guarapari. O diretor de marketing da ABIH, Luiz Fantin, ressalta que o cancelamento de grandes eventos também contribuiu. “Mas as coisas estão voltando ao normal”, sustenta.

Pedra sobre pedra

A greve da PM e a insegurança obrigaram organizadores pela primeira vez a cancelarem a Vitória Stone Fair, que esperava 25 mil visitantes de 58 países.

Meia patrulha

O ex-governador Renato Casagrande solta para a Coluna: a crise da PM continua. Só as orlas e centro de Vitória e Vila Velha são patrulhados. A periferia está sem proteção.

Nem sabia

O ministro Reynaldo Fonseca, do STJ, era o favorito de Michel Temer para o STF caso Alexandre de Moraes fosse recusado. Mas o ministro da Corte nem foi avisado.

Moro é coxinha

Revelação sobre o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato. Ele adora comer coxinhas. Da última vez que passou por Brasília almoçou, acredite, três salgados extremamente gordurosos.

Loucademia

O grupo de whatsApp dos agentes de segurança do Senado chama-se ‘Loucademia de Polícia’.

Assuntos alheios

Só Brasília para reunir num mesmo grupo de whatsApp o porta-voz de Temer, Alexandre Parolla, uma ex-poderosa assessora de Dilma e um diretor da Odebrecht.

Mistério

O cerco apertou na Polícia Federal e no STF para o deputado Marco Feliciano, no caso da acusação de tentativa de estupro. Será difícil provar se houve crime, mas surgiram testemunhas chaves sobre a passagem de Patrícia Lélis pelo apartamento.

Sem trégua

Nem no carnaval há trégua entre o PT e PMDB. O PMDB Nacional publicou em sua página no Facebook um folder com dicas para o folião não exagerar. Mas, no fim, soltou a provocação com um “cuidados no carnaval para não dar PT” (no sentido de ‘perda total’). O PT foi cravado com caixa alta e em vermelho.

Folia de farpas

Na contra-ofensiva, também nas redes sociais, o PT respondeu rápido. Usou a mesma imagem de folião fantasiado criada pelo PMDB e divulga a publicidade: “Cuidado para não cair no golpe”.

Perdeu feio

Antes de André Moura (PSC-SE) ser destituído do cargo de líder do Governo, por telefonema de Michel Temer, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, seu desafeto, andou desligando o microfone do deputado no plenário. Foi na terça-feira.

Reforço na praça…

O relator da Reforma Trabalhista, Rogério Marinho, vai incorporar emenda que cria o trabalho intermitente — um tipo de contratação sazonal, de acordo com demanda do mercado –, de autoria do deputado Laércio Oliveira (SD-SE).

…e no balcão

Com essa nova modalidade de emprego, serão resolvidos problemas de contratação de funcionários para bares, restaurantes, hotéis e eventos. Previsão de 5 milhões de novas vagas. Tramita na Câmara o PL 3.785/2012 que cria o trabalho intermitente.

Ponto Final

Na farra que virou esse Congresso e o Governo, quem dança, como sempre, é o povo.

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2 Opiniões

  1. Lucinda Telles disse:

    O Espírito Santo não perde nada, carnaval não dá dinheiro…se desse o Rio de Janeiro era New York e Salvador era Paris.

    Meia Patrulha.
    Segurança é coisa cara, enquanto a sociedade e os governos não pagarem o preço ela não existirá. E não me venham com esse papo de juramento e patriotismo.

    Ponto Final.
    Dançar não é problema, o problema é o ritmo: o governo está na dança do “tcham” e o povo vai na “boquinha da garrafa”.

  2. Áureo Ramos de Souza disse:

    Isto já era de se esperar, quem de coragem iria brincar onde os policiais estão na rua pro forma. Quem perdeu com isso foi os donos de restaurante e de pousada se lá no Espirito Santo existe. como aqui em Olinda e Recife..

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