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TRADIÇÃO

A origem do Réveillon de Copacabana

A festa de Réveillon nas areias de Copacabana foi uma invenção dos praticantes do Candomblé

A origem do Réveillon de Copacabana
Homenagem a Iemanjá (Fonte: Reprodução/Agência O Globo)

O Réveillon de Copacabana foi uma invenção dos praticantes do Candomblé. Desde pelo menos os anos 70, eles iam saudar a chegada do ano novo vestidos de branco, com muitas flores. Vários grupos se reuniam ao longo da praia fazendo suas rezas e danças.

De vez em quando, algum praticante entrava em transe e saia rolando pelo chão, emitindo estranhos grunhidos. No momento culminante, o grupo se encaminhava para o mar cantando hinos muito bonitos. Algumas mulheres entravam na água carregando um barco, provavelmente feito de madeira, que levava flores e outras oferendas.

Ultrapassando a primeira arrebentação das ondas, elas colocavam o barco na água e o empurravam para o fundo. Se o mar levasse o barco embora isso queria dizer que Iemanjá tinha aceito a homenagem e o ano ia ser bom. Se o barco fosse devolvido para a areia era um mau presságio.

Aos poucos, no decorrer dos anos 80, foi aumentando a quantidade de pessoas que iam assistir ao espetáculo.

Tudo num silêncio mágico, que só era interrompido, durante alguns minutos, pela queima de fogos organizada por restaurantes e hotéis. Sem alto-falantes e sem holofotes. Um espetáculo ao mesmo tempo calmo e emocionante.

O ex-prefeito do Rio César Maia estragou tudo em sua primeira gestão, a partir de 1992. Percebendo o potencial de marketing do evento, que já reunia perto de um milhão de pessoas, passou a utilizá-lo como evento da prefeitura, com grandes shows, muita luz e muito barulho.

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27 Opiniões

  1. Vera Barros disse:

    Nós, candomblecistas, perdemos espaço para fazermos nossas oferendas no final do ano. Criamos um espetáculo lindo e grandioso e não podemos usufruí-lo.

  2. Àsògún Ògúntúndéléwa disse:

    Devemos nos unir e cultuar sem a imposição de hora ou dia marcados por quem quer que seja
    afinal é constitucional (art.5º) liberdade de culto; não lembro de ter visto em tal texto especificação do dia, mês ou hora para tal prática religiosa. Àse!

  3. Camilo Terras disse:

    Lembro-me de como era bonito o Reveillon pré-Kaiser Maia. Ele estragou tudo — esta vez o ano novo vai ser recebido em Copacabana ao som de funk. Não podia pelo menos tocar música brasileira?

  4. Markut disse:

    Como Sempre, os marqueteiros se apossaram de um evento autêntico, que se transformou nesse horrivel e medíocre show de multidôes anestesiadas,bom para a mídia eletrônica, para os vendedores de cerveja e para lamentaveis intenções eleitoreiras.

  5. Venustiano Carranza disse:

    O espetáculo foi apropriado pela TV Bobo e a TV Bobo manda no Brasil.

  6. Solange disse:

    Como sempre o Sr. Cesar Maia com sua mania de grandeza estragou tudo. Quem mora em Copa lembra: era calma, bonita e até mesmo espiritual a cerimônia. Hoje é só bebedira, tumulto, sujeira e mi.. por todo lugar. Acabaram com Copacabana! Como fazer um evento desse se não há infra-estrutura? Mal dá para se mexer quanto mais molhar os pés na água! Um abuso!

  7. heloisa disse:

    No governo Marcelo Alencar já acontecia o espetáculo montado na praia de Copacabana. O Rio, infelizmente relegado ao turismo, já acabou com a graça do candomblé e do carnaval. Hoje ambos industrializados. Com ou sem Cesar, seremos atropelados pela preferência da maioria. E a maioria nem sempre tem tido bom gosto. Cesar pelo menos neste ano, por economia, deixou a Lagoa, Ipanema e Leblon descansarem, só tendo o som do funk das festas particulares. Cadê o samba, o chorinho e a batida magistral da bossa nova, todos criações cariocas?

  8. ZÉZINHO DE OGUM disse:

    REALIZO HÀ 49 ANOS O CULTO DE IEMANJÁ NAS AREIAS DE COPACABANA,SEMPRE NO DIA 31 E,NO MESMO LOCAL EM FRENETE OU ENTRE SÁ FERREIRA E FRANCISCO SÁ..ENTRE TODAS AS PARAFERNÁLIAS QUE MARCELO DE ALENCAR E CEZAR MAIA APOIARAM E APROVARAM, TODAS ELA FOI NO INTUITO DE PROMOÇAO PESSOAL JÁ QUE ELES NUNCA PASSARAM O REVEILLON NO BRASIL.SÓ FALTA MONTAREM ARQUIBANCADAS E CAMAROTES, NO FUTURO QUE SERÁ DENOMINADO DE REVEIÓDROMO,PARA DE VEZ ELIMINAREM O CULTO PARA YEMANJÁ.CUJA TRADIÇÃO MANTENHO DURANTE 49 ANOS SEMPRE NO MESMO LOCAL E DIA,SEM NENHUMA AJUDA OU CONTRIBUIÇÃO OU APOIO DAS AUTORIDADES.OS PALCOS REÚNEM CANTORES SEM NENHUMA EXPRESSÃO E ATÉ ESTRANGEIROS QUE APOIADOS POR DJS.AMPLIFICAM NA SONORIZAÇÃO MÚSICAS DE APOLOGIA QUE NADA AJUDAM OU CONTRIBUEM PARA ESTA DATA.O CHEIRO QUE ESALA É INSUPORTÁVEL, NÃO SENDO NEM FECAIS NEM DE BEBIDAS ALCÓOLICAS CAUSANDO DORES DE CABEÇA E ATÉ ENJOOS NAQUELES QUE VÃO LÁ SÓ PARA CULTUAR IEMANJÁ.BONS TEMPOS, ANTERS DE MARCELO E CEZAR, QUE PODIAMOS LIVREMENTE SEM A PARAFERNÁLIA HOJE EXISTENTE,TOCAR NOSSOS TAMBORES OU ATABAQUES,ENTOAR NOSSOS PONTOS AOS ORIXÁS.FELIZMENTE, SOU O ÚNICO REMANESCENTE DESSE CULTO NO DIA 31,SOB TODOS OS ASPECTOS NEGATIVOS, AINDA CONSIGO FAZER UM CORTEJO BONITO (VEJA EM MEU ORKUT ZEZINHO DE OGUM@HOTMAIL.COM).ESTAREI ESTE ANO NO MESMO DIA, MESMO HORÁRIO, MESMO LOCAAL, FESTEJANDO OS 50 ANOS DO BARCO DE IEMANJÁ, E, ESPERO VCS.LÁ.ABÇS.ZÉZINHO DE OGUM

  9. ZEZINHO DE OGUM disse:

    NÃO DEMORA MUITO NÃO. EM BREVE TEREMOS O CHAMADO REVELLIODROMO, COM ARQUIBANCADAS, CAMAROTES, FRISAS EMUITA MORDOMIA EM 31 DE DEZEMBRO.O CULTO PARA IEMANJÁ QUE FOI O PRIMORDIO DE TODO ESTE EVENTO NA PRAIA CHAMADA E ACLAMADO DE PRINCESINHA DO MAR, PERDERÁ A SUA ALTEZA REAL, A RAINHA DO MAR, YEMANJÁ QUE PERDOE A TODOS OS SEUS DEVOTOS.ZÉZINHO DE OGUM@HOTMAIL.COM 21 22739106

  10. zezinho de ogum disse:

    foi aquilo que eu falei. o novo alcaide aprendeu muito com seu chefe.não levei nem festejei os 50 anos dobarco de iemanjá dia 31 de dezembro. lamentável. o alcaide II por seus pupílos alterou o meu trajeto não permitindo o meu acesso pela orla da av.atlantica.mas sim pela barata ribeiro onde eu deveria levar o barco até as areias de copacabana. ponderado, o seu pupilo alcaide mirim bruno mattos subprefeito da zona sul permitiu o meu acesso pela orla com apenas dois carros. parece brincadeira…mas nunca vi uma carreata de dois carros. há e existe entre a zona sul e a zona norte e suburbios um tratamento diferenbciado onde a limpesa lá e constante e diária ao contrário do que ocorre em bairros mais centrais.o barco de iemanjá tradicional no dia 31 de dezembro origem e primordio de todo a festa de copacabana jamais voltará as areias de copacabana quejáfoi chamada de princesinha do mar. que yemanjá a rainha do mar saiba que fiz todos os esforços para manter esta tradição, mas o ALCAIDE II o discipulo de todos que lhe deram a mão e foram traídos continuará com seu choque de ordem arremessando gás de pimenta naqueles que contrairem suas ambições. pobre cidade do rio de janeiro…zézinho de ogum031 21. 22 -739106

  11. Carlos Gregorio Junior disse:

    É um evento bonito, um dos mais visitados do mundo. Sonho em um dia passar o ano novo aí, pois sempre vou no meio do ano para Rio e acho linda a ‘cidade maravilhosa’.

    Mas com sinceridade, não vejo nada demais nesse evento e em todos que acontecem pelo mundo. Evento mesmo é o que é feito em Família.

    @CarlosGregJr

  12. celso tadeu batalha moura disse:

    Deve-se incetivar a reunião em familia amigos, o que acontece aí no Rio, mais precisamente em Copacapana é incentivos ao turismo para o municipio ganhar com isso, e é claro que com isso vem a bebedeira, drogas, prostituição, bastante policiamento ostensivo, lixo em todos os cantos, e o objetivo maior que é o religioso, deixa de ser importante.A mídia (Tv Globo, Tv record e outras bestialidades, gostam disso, pois gera noticias bizarras, abusos, violência e tudo o mais que não é próprio para as pessoas de bem. Carência popular, cultura falsificada, e a imprensa medíocra sabe disso e alguns politicos formados pela própria população ignorantem se sentem bem, quantos milhões chega no Rio de Janeiro, cadê, quantos milhões de problemas sociais existntes, será que os Cariocas não estão vivendo uma falsidade, temos que ter uma religão saudável que é o primeiro passo depois as boas consequências vem, me perdoem os de pensamentos contrários.

  13. Alcebiades Abel Filho disse:

    A tendência das autoridades do Rio de Janeiro – particularmente prefeitos e empresários – é industrializar a cultura popular, começou no governo de Carlos Lacerda que cercou a avenida para cobrar ingresso para assistir as escolas de samba. O pessoal do teatro e artista de televisão tomaram conta de um espaço que era do sambista. Conclusão: temos os profissionais do teatro e do circo,transformando as escolas de samba em espetáculo circense. O passista e a “doma maria” que sambava com a lata d´agua na cabeça não existe mais. O mesmo ocorre em copacabana: a pura expresão de religiosidade na integrção do ser humano com a natureza, esta sendo desrrespeitada. Mais uma vez uma manifestação espontânea da cultura popular esta sendo violentada em pról da indústria de turismo.

  14. Samuel disse:

    Que tristeza! Tudo vira comércio para os gananciosos de plantão.

  15. helo disse:

    Olá Markut,
    Estávamos com saudades.
    Tudo de bom em 2013!
    Venha ao Rio num réveillon. Fora de Copacabana tem muitos lugares tranquilos e com uma bela vista.

  16. Áureo Ramos de Souza disse:

    Eu não sei porque, onde entra política acontece como os meninos de zorra total”MAIS LOGO AGORA QUE FESTA TAVA FICANDO BOA” . Mas tudo bem o povo gostou e virou o grande révelion do Rio de Janeiro com estrago do dinheiro público e vive 20136 a todos os brasileiros menos para os políricos.

  17. TÉKA ASSUNÇÃO disse:

    Olá Boa Tarde ! Felicíssimo 2013 para todos !

    Bom mesmo, é quando você já curtiu um pouquinho de cada; ou seja, tudo começou no início dos anos 80, na Av. Atlântica em Copacabana, com blocos de “carnaval” de rua, porém, antes , havia as arquibancadas de madeira, no famoso Sambódromo da Marques de Sapucaí. E era uma delícia ver de pertinho minha querida Escola de Samba “Beija-Flor”. Chegávamos no Sambódromo por volta das 17:00 hs, e só saíamos no outro dia pela manhã, quando a última Escola desfilava. E para tudo isso, íamos munidos de almofadinha, para sentarmos confortavelmente, lanchinhos e suco, para enfrentar o calor. Depois, ” idem” , foi a arquibancada de cimento. Muita Alegria e Emoção!!! Mas houve também momentos especiais de curtição no Camarote. E que Camarote !!!!!!!!! Já no ano 2000, todos os Réveillons nas areias de Copacabana, foram SENSACIONAIS !!!!!! inclusive, com direito a visitinha na Tenda Espírita, para saber a Sorte..o Futuro !!!. ( Cá prá nós…. É uma delícia o Réveillon nas areias da praia de Copacabana…)
    “VOCÊ JÁ FOI A COPACABANA ???? NÃO ?!?!!! ENTÃO VÁ ” !!!!!!!! rsrsrsrsrs
    Eu recomendo !!!!!!!!! Ah ! e não se esqueça de oferecer nas ondas do mar, palmas brancas para Yemanjá.
    Abços,
    Téka Assunção

  18. André Luiz Duarte de Queiroz disse:

    Farei uma coisa incomum: vou defender um político! Embora não veja com bons olhos a administração de César Maia no Rio de Janeiro (longe disso!), não acho válido culpá-lo por tal ‘comercialização’ do Reveillon em Copacabana. Isso teria acontecido com quem quer fosse que estivesse à frente da Prefeitura. Querer ‘culpar’ esse ou aquele político pela dita perda da tradição de celebração religiosa do Réveillon é como querer culpar a Coca-Cola por ter criado a imagem de Papai-Noel!

    E, afinal de contas, para a administração pública de uma cidade com vocação turística como o Rio de Janeiro, explorar e desenvolver atrações é algo natural e mesmo desejável. Isso movimenta milhões na a economia da cidade, gera empregos! Não há tradição religiosa que se contraponha a isso…

    Aos seguidores do Candomblé e da Umbanda, com todo o respeito: seus ritos de celebração do ano-novo podem sim serem feitos reservadamente, em locais e horários que não conflitem com os da ‘celebração profana’ (outro leitor, que assina com um nome à língua africana — creio, pois, ser um praticante — expressa o mesmo entendimento).

  19. gerusa contti disse:

    É verdade. Eu como velha e carioca, me lembro perfeitamente quando era assim. Ai que saudades que dá!

  20. marcos antonio disse:

    Apesar de ser maravilhoso e ainda frequento todos os anos, sinto muito saudades de 30 anos atrás, do Réveillon e do Carnaval carioca, mas como tudo muda vamos acompanhar o forçamento das mudanças, o triste de tudo isto é que atrás desta mudança esta o interesse dos empresário e políticos que sempre sobressaem, me lembro bem como era gostoso ver os rituais na praia de Copa os batuques dos terreiros, a queima de fogos entre eles, como era bom… Tomar passes ver a religiosidade como o fator principal da noite, era super tranquilo não existia esta violência e nem esta disputa de poder, é uma pena para ambos Revelion com sua religiosidade e o Carnaval com a sua cultura popular que a cada dia vai se perdendo a favor do ganancia e do poder!!

  21. carlos oliveira disse:

    A matéria comete o equivoco de afirmar que a festa foi criada pelo candomblé, quando na verdade surgiu nos anos 50 pelas mãos dos umbandistas, que iam as praias celebrar Iemanjá, agradecendo pelo ano que passou, e pedindo boas energias e proteção espiritual para o ano vindouro. Os adeptos do candomblé festejam Iemanjá em outra data, o dia 2 de fevereiro, e as oferendas são entregues em alto-mar, ao contrário dos adeptos da Umbanda, que preferem homenageá-la na noite do dia 31 de dezembro para o dia primeiro de janeiro. É claro que alguns grupos candomblecistas acabaram aderindo ao evento umbandista posteriormente, seguindo a nova tradição, mas infelizmente hoje os idealizadores do evento foram expulsos da festividade que criaram, sendo substituídos por um espetáculo de gosto duvidoso, que além de tudo trazem um alto consumo de bebidas e drogas, violência, prostituição, caos no transito, em terrível contraste com a simples e devota festa dos praticantes das religiões afros, que só levavam para o litoral a sua fé, de forma ordeira e respeitosa, todos vestidos de branco pedindo paz para o mundo inteiro! É pena ver que tudo em nossa sociedade e cultura estão mudando pra pior….lamentável!

  22. LUIS vieira disse:

    Como sempre o Poder Público intervindo prá tornar lucrativo e arrancar mais dinheiro o povo. Os políticos sempre estragando tudo.

  23. Ludwig Von Drake disse:

    Esse culto veio da África e na África cada Orixá cuida de uma cidade.
    Saúdo as manifestações do Àsògún Ògúntúndéléwa e do Zezinho do Ogun, que se identificam como praticantes do culto e provavelmente sabem do que estão falando.
    Do ponto de vista da fé, penso que cultuar Yemanjá (Maria, mãe de Jesus) pode ter gerado um conflito de competência com São Jerônimo (Oxóssi) e São Jorge (Ogun) – ambos padroeiros da cidade – o que fez Yemonjá se desinteressar pelo evento.

  24. Ludwig Von Drake disse:

    Errata:o padroeiro é São Sebastião.

  25. Graça Ferraz disse:

    Uma matéria equivocada, culpar um político por isso é de pouco conhecimento na administração de uma cidade, o único erro do Cesar Maia foi não ter valorizado a Festa dos Umbandistas em que os do Candoblé tambem começaram a frequentar conforme depoimento de outro leitor. O que faz falta é investimento na Festa de Iemanjá realizada por dois comerciantes do Mercadão de Madureira.Hoje o Reveillon é conhecido mundialmente e trás um ganho enorme com turistas estrangeiros ou não.

  26. Ricardo Rheyes disse:

    Não é verdade que os candomblecistas começaram o Reveilon de copacabana; em 1954. Antônio maria, o compositor e escritor era vivo e fez um crônica sobre o Reveillon de copa que foi começado sim mas pelos umbandistas vestidos nas cores de pai Oxalá, de Branco, é por isso que muitas pessoas ainda se vestem de branco no dia 31 de dezembro. Os candomblecistas tem consciência plena de que Yemanjá e festejada no seu dia, ou seja, 2 de fevereiro e não aparecem no reveillon não, candomblecsta não pratica a idolartria. O prefeito César maia certa vez, notando que os umbandistas não gostavam de muita fofoca e queima de fogos nas areias pra não atrapalhar seus médiuns, e foram embora, então o prefeitofoi procurar os umbandistas dizendo que não haveria mais muito barulho no Reveillon de copacabana pra eles voltarem porque os turistas adoravam ver seus rituais Cesar Maia errou mas depois tentou consertar a passagem de ano em copacabana fazendo acordo com os umbandistas; os fogos foram levados das arreias para o mar, mas mesmo assim os umbandistas não voltaram pro reveillon como antigamente. Pai Ricardo de Oxóxi, candomblecista

  27. Daniela Villa disse:

    Então a santa Iemanjá devolve o barco quando o ano não vai ser bom? Creio que ela tem devolvido todos nos últimos anos.

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