Os gênios do Planalto imaginam tornar a compra da energia nuclear compulsória, nos mesmos moldes do que faz com Itaipu.
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Maestro Michael Stern levantou o Teatro Municipal. Uma interpretação à altura da obra. Por Clóvis Marques
Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque Melo nasceu em seis de setembro de 1897, no Rio de Janeiro
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Jose Carlos Zingra falou sobre o descaso em relação ao Amapá, e foi escolhido para o Opinião Pública da semana.
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Alguns brasileiros se negam a fornecer dados ao IBGE por receio de receber em casa falsos recenseadores. Por Joana Duarte

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Maria do Carmo Miranda da Cunha nasceu em Marco de Canaveses, Portugal, em 9 de fevereiro de 1909. Veio para o Brasil aos dois anos de idade, para morar no Rio de Janeiro com os pais. Desde pequena demonstrou talento para cantar, e aos vinte anos estreou na Rádio Sociedade. A partir dessa época começou a gravar discos, e no carnaval de 1930 teve sucesso com a marcha “Taí”, composta para ela por Joubert de Carvalho.
Nesse período começou também a fazer excursões para a Argentina e o Uruguai e a participar de filmes. Em 1938 participou do filme “Banana da terra”, dirigido por J. Rui, no qual canta “O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi, música encomendada para o filme. Diz a biografia de Caymmi que Ary Barroso, que já era famoso, pediu dez mil réis para fazer a música. O diretor do filme achou muito caro e fez a encomenda a Caymmi, jovem baiano ainda pouco conhecido. Foi a primeira vez que ela usou a roupa de baiana que tornou famosa. Foi também seu último filme no Brasil.
Em 1939, Carmen foi aos EUA e participou do musical da Broadway “Streets of Paris” (Ruas de Paris), no qual canta entre outras a marcha “Mamãe eu quero”, que é tocada no carnaval até os dias de hoje. Era acompanhada pelo grupo “Bando da lua”, do qual fazia parte Aloysio de Oliveira — que mais tarde viria a participar da Bossa Nova como produtor de discos. Ele lançou a gravadora “Elenco” e seria letrista de Tom Jobim em músicas como “Inútil paisagem” e “Demais”.
Em 1940, Carmen Miranda apresentou-se na Casa Branca para o presidente Franklin Roosevelt. Nesse ano foi considerada a terceira personalidade mais popular de Nova Iorque. A partir de então morou em Hollywood, onde fez vários filmes. Veio ao Brasil algumas vezes para cantar e rever a família. Morreu do coração na sua casa em Hollywood em 5 de agosto de 1955. Seu enterro, no Rio, foi acompanhado por 500 mil pessoas cantando “Taí”. Carmen participou ao todo de 19 filmes e gravou 154 discos. (Fonte: Enciclopédia da Música Brasileira, Art Editora, São Paulo, 1977)