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COI anuncia reforma que permite Olimpíada em mais de um país

Comitê Olímpico Internacional estabelece ainda que a partir de agora o contrato entre a entidade e as cidades candidatas seja transparente e público

COI anuncia reforma que permite Olimpíada em mais de um país
Outras importantes mudanças é o que agora os jogos poderão ser realizados em uma região, que pode abranger mais de um país (Reprodução / Internet)

O Comitê Olímpico Internacional mudou suas regras para a escolha das cidades-sede das Olimpíadas. Agora os jogos poderão ser realizados em uma região, que pode abranger mais de um país; as modalidades  poderão ter disputa mista, entre homens e mulheres, e não haverá mais limite de atletas.

Além disso o COI se compromete em não impor exigências, como aconteceu com a FIFA no Brasil, e ainda usar estruturas existentes nos locais para não exigir novas obras, aceitar as condições das cidades e ainda  discutir com as candidatas os projetos futuros que já estavam em pauta antes da candidatura.

Um dos grandes motivos para as mudanças é a ameaça  de que os eventos passem a acontecer apenas em países autoritários e em lugares em que são injetados recursos sem controles democráticos. Ao contrário do que aconteceu no Rio de Janeiro, o COI também estabelece que a partir de agora o contrato entre a entidade e as cidades candidatas seja  transparente e público.

As medidas tornam mais fáceis e mais baratas as candidaturas das cidades e o COI ainda poderá convidar uma cidade para se apresentar, além de receber as candidaturas.  A reforma no comitê acontece após seis cidades de países democráticos abandonarem a candidatura para receber os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022, todas sob a alegação de que não poderiam competir  com países emergentes  em que os recursos injetados no evento não têm controle democrático. Olso, Estocolmo e Cracóvia deixaram a competição  e os Jogos de 2022 serão sediados em Pequim ou na cidade de Almaty, no Casaquistão, que ainda estão na disputa.

Fontes:
Estadão - COI adota reforma inédita para Olimpíadas e exige transparência

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