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Como aproveitar melhor o trajeto diário até o trabalho

Graças à moderna tecnologia da informação, o tempo pode ser aproveitado de diversas maneira

Como aproveitar melhor o trajeto diário até o trabalho
Muitas pessoas distraem-se lendo, ouvindo música ou pensando (Reprodução/Internet)

Algumas pessoas não têm a rotina diária do trajeto de ida e volta ao trabalho, porém as inúmeras pessoas que fazem esse percurso acham a viagem um tédio: um tempo perdido e um limbo entre a casa e o trabalho.Mas não para Iain Gately. Em Rush Hour: How 500 Million Commuters Survive the Daily Journey to Work, ele argumenta, enfaticamente, que devemos comemorar e não lamentar esse trajeto diário. “Durante o último um século e meio”, escreveu Gately, “esse percurso deu oportunidade a muitas pessoas de melhorar suas vidas”.

O livro divide-se em três partes, passado, presente e futuro, desde o início do boom vitoriano  na Grã-Bretanha à visão futurística de Elon Musk de um Hyperloop, um trem mais veloz do que o trem-bala, no qual os californianos percorreriam os 610 quilômetros entre São Francisco e Los Angeles em apenas meia hora. Iain Gately descreve os prazeres desses trajetos de ida e volta ao trabalho como as mudanças de paisagem, costumes e distrações (desde ouvir rádio a assistir Os Jetsons).

Muitas pessoas distraem-se lendo, ouvindo música ou pensando. Graças à moderna tecnologia da informação, o tempo pode ser aproveitado de diversas maneiras.

É claro, há também o lado desagradável e até mesmo horrível. Sem espaço para se mexer no metrô superlotado, as colegiais de Tóquio são alvos de assédio sexual de chikan, funcionários de baixo escalão. No Mumbai Suburban Railway, comentou Gately, 97% dos trens são pontuais, mesmo durante as monções. Mas a superlotação é ainda pior do que em Tóquio; e mais de 36 mil pessoas morreram na última década.

Fontes:
The Economist-Travelling hopefully

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