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É proibida a pena de morte em casos de assassinato na Inglaterra

Em 16 de dezembro de 1969, Reino Unido proíbe pena de morte para assassinos

É proibida a pena de morte em casos de assassinato na Inglaterra
Última aplicação da pena de morte foi o enforcamento de Peter Allen e Gwynne Evans (Foto: Reprodução/Internet)

Em 16 de dezembro de 1969, a Inglaterra proibiu a pena de morte para acusados de homicídio. Última aplicação ocorreu em 1964 no caso de Peter Allen e Gwynne Evans, enforcados pelo assassinato de John Allan West. No Brasil a pena de morte foi proibida em 1882.

A pena de morte é o castigo maior para criminosos, em diversos países sua aplicação já foi proibida pelo governo. No Reino Unido ela existia desde a fundação, em 1707, e foi proibida em 1969, para motivos de assassinato, em outros casos ela foi mantida, até ser totalmente proibida em 1998.

A legislação britânica já foi conhecida como o “código sangrento”, por enquandrar diversos crimes em casos da pena maior, um simples roubo de carteira era punível com morte até o século XIX.

Uma das soluções para reduzir o número de execuções no país foi enviar os condenados às colônias britânicas, casos de EUA e Austrália, ou tinham a opção de servir ao exército em casos específicos.

A partir de 1823, alterações no código penal do país orientaram os juízes a atribuírem penas mais leves e gradualmente a pena de morte foi sendo proibida no país. Em casos de assassinato foi suspensa em 1965 e proibida definitivamente em 1969. Para outros casos permaneceu, como pirataria, abolida somente em 1998; incêndios em estaleiros reais, até 1971; espionagem, abolida em 1981 e altra traição, que foi proibida em 1998.

Fontes:
UOL-Hoje na História: 1964 - Com dois enforcamentos, Reino Unido aplica pena de morte pela última vez

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