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Biografia

Enrico Caruso

21/12/2007 | Enviar | Imprimir | Comentários: nenhum | A A A

Enrico Caruso nasceu em Nápoles em 27 de fevereiro de 1873. Sua estréia como tenor se deu na mesma cidade em 1894, mas seu primeiro sucesso foi cantando La Gioconda, em Palermo, em 1897. Cantou O elixir do amor no Teatro Scala, de Milão, em 1900. Em 1902 cantou pela primeira vez no Teatro Covent Garden, de Londres, e a partir daí fez muito sucesso lá.

Mas o local onde mais cantou foi o Metropolitan Opera House, de Nova Iorque, onde de 1903 a 1920 foi intensamente admirado. Suas gravações tornaram-no mundialmente famoso. Caruso fundiu um timbre natural de barítono com um acabamento fluente e sedoso de tenor. O brilho de suas notas agudas, seu controle excepcional da respiração e sua entonação impecável tornaram sua voz sem par. Ele foi considerado o maior tenor do século. Foi um intérprete notável de Verdi. Cantou na estréia de muitas óperas, entre elas La fanciulla del west, de Puccini.

Em 24 de dezembro de 1920 Caruso fez sua última apresentação. Em 2 de agosto de 1921 ele morreu em Nápoles.

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Enrico Caruso

2/08/2007 | Enviar | Imprimir | Comentários: nenhum | A A A

Enrico Caruso nasceu em Nápoles, na Itália, no dia 27 de fevereiro de 1873. Mais tarde, ele se tornaria um dos tenores mais respeitados do mundo e o mais bem pago de sua época, impressionando o público com sua voz e com a forma que interpretava seus personagens.

Ainda na infância, começou a cantar no coro da igreja de sua cidade natal, onde também iniciou sua carreira como tenor. Lá, interpretou óperas de Giacomo Puccini e Giuseppe Verdi. Uma de suas atuações mais famosas é Radamés, na Aída de Verdi.  

No final da década de 1890, Caruso se apresentou pela primeira vez em Milão, com a ópera Feodora, de Umberto Giordano. Nos anos 10, ele já era conhecido internacionalmente, tendo atuado na Rússia e em Buenos Aires. Além de começar sua parceria com a Metropolitan Opera de Nova York, ele cantou com a companhia até o ano de sua morte.

Caruso foi o primeiro tenor a produzir gravações comerciais em grande escala. Ele apostou na tecnologia do gramofone, gravando o som em discos de cera. Durante as duas primeiras décadas do século XX, o tenor italiano e a indústria fonográfica mantiveram uma relação estreita. Foram cerca de 250 gravações com 60 papéis de óperas e 500 músicas. Seu repertório foi conservado e hoje se encontra em CDs.

Das canções gravadas, a maioria delas é em italiano. No entanto, Caruso também cantava em francês, inglês, espanhol, latim e canções populares de sua cidade local, algumas em dialeto napolitano.

Enrico Caruso morreu no dia 2 de agosto de 1921, aos 48 anos, com um tumor no pulmão.

Quase trinta anos após sua morte, foi feito um filme sobre sua história. A produção americana de 1951, chamada O grande Caruso, tinha o cantor lírico Mario Lanza no papel de Caruso.

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