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Sir Isaac Newton

Livro investiga os manuscritos não publicados de Newton

O verdadeiro Sir Isaac Newton não era o dono da razão, mas sim o último dos mágicos

Livro investiga os manuscritos não publicados de Newton
Newton deixou uma volumosa coleção de livros que são abordados por Sarah Dry (Reprodução/Internet)

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Poucos cientistas tiveram a influência de Sir Isaac Newton, que de certa forma construiu o edifício da ciência moderna. O gênio de Newton foi reconhecido pela primeira vez quando ele era um jovem acadêmico em Cambridge. Aos 26 anos de idade ele se tornou professor titular de matemática. Quando morreu em 1727, aos 84 anos, havia se tornado um ícone nacional: presidente da Royal Society e guardião e mestre da Real Casa da Moeda.

Como seria de se esperar de um homem de tal reputação, Newton deixou para trás um conjunto volumoso de papeis: mais de 7 milhões de palavras em centenas de cadernos e folhas de papel avulsas.

“The Newton Papers”, o envolvente livro de Sarah Dry, investiga o que aconteceu aos manuscritos não publicados de Newton após sua morte. Solteiro a vida inteira, Newton morreu sem deixar um testamento. Seus papeis foram herdados por John Conduitt, que havia se casado com a governanta, e parente mais próxima, de Newton, Catherine Barton, sua meia-sobrinha.

Após a morte de Conduitt e sua mulher, os papeis de Newton foram encaminhados para a família do conde de Portsmouth, e com eles permaneceram por aproximadamente 150 anos. Dry cataloga o que aconteceu aos manuscritos de Newton ao longo de três séculos, como eles foram vendidos, dispersados e depois parcialmente reunidos graças aos esforços de John Maynard Keynes, economista inglês que desenvolveu um fascínio pelos escritos de alquimia de Newton, e Abrahm Yahuda, um acadêmico judaico interessado nas explicações teológicas de Newton.

Fontes:
The Economist-Magician’s brain

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