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Instituições de ensino usam páginas próprias e até redes sociais como ferramentas de ensino. Por Fernanda Dias
A linda capital da Argentina é muito mais do que a Praça de Maio, Casa Rosada, Caminito, La Bombonera, Porto Madero e que tais. Por Hugo Souza.
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O leitor Markut comentou a carta do nosso colaborador Maurício Apolinário
Todo início de ano a mesma história se repete nas universidades brasileiras
Leia a crítica de Francisco Taunay sobre peças apresentadas no Rio Musical
Enquanto as ex-ditaduras respiram democracia, o país experimenta uma política inusitada. Por Claudio Carneiro.
A biografia escrita por Rick Perlstein mostra que os norte-americanos apoiaram o ex-presidente dos EUA por causa de sua raiva e de seu ressentimento, e não apesar disto.
O livro "Nixonland: The Rise of a President and the Fracturing of America" mostra que uma das motivações de Nixon era uma ambição ilimitada — que foi temperada com ressentimento. O ex-presidente odiava sobretudo os liberais arrogantes. Odiar Richard Nixon foi quase que a característica definidora do liberalismo norte-americano durante seus anos de glória.
O ex-presidente norte-americano dava pouca atenção aos assuntos internos de seu país. Sua preferência era pela política externa, a qual ele e Kissinger definiram segundo o conceito europeu de equilíbrio de poderes, e não segundo a lógica do bem e do mal, própria da Guerra Fria.
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