Veja nossa coluna semanal de Música Clássica com Clóvis Marques
Serviço de energia elétrica há muitas décadas não é mais considerado de utilidade pública, mas direito do cidadão
O problema afeta 1 entre 3 pessoas acima de 60 anos. A data tenta reforçar a importância do tratamento e as consequências
A "Pimentinha" foi a escolhida para o Nesta Data Especial desta semana no Opinião e Notícia
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Confira a opinião pública da semana
Artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
Leia a crônica publicada no jornal Correio Mercantil, em 19 de novembro de 1854
Depois da primeira onda pandêmica, no inverno do ano passado, o Brasil iniciou nesta semana a campanha de vacinação contra a gripe A
Participe do sorteio e concorra a ingressos para a ópera no cinema
Confira a crítica de Francisco Taunay sobre o espetáculo
Carlos Eduardo Novaes com humor mordaz e crítico firmou-se como excelente cronista, dramaturgo, romancista e autor de literatura infanto-juvenil
PT e PSDB se enfrentam em um embate de propostas não definidas
Dilma virou, além de pré-candidata à Presidência e papagaio fêmea de inaugurações, PhD em raciocínio lógico
A corrida é cada vez mais popular e surge como opção para fazer amizades, praticar exercícios e aumentar a qualidade de vida
A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
A biografia escrita por Rick Perlstein mostra que os norte-americanos apoiaram o ex-presidente dos EUA por causa de sua raiva e de seu ressentimento, e não apesar disto.
O livro "Nixonland: The Rise of a President and the Fracturing of America" mostra que uma das motivações de Nixon era uma ambição ilimitada — que foi temperada com ressentimento. O ex-presidente odiava sobretudo os liberais arrogantes. Odiar Richard Nixon foi quase que a característica definidora do liberalismo norte-americano durante seus anos de glória.
O ex-presidente norte-americano dava pouca atenção aos assuntos internos de seu país. Sua preferência era pela política externa, a qual ele e Kissinger definiram segundo o conceito europeu de equilíbrio de poderes, e não segundo a lógica do bem e do mal, própria da Guerra Fria.
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