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Fuja do roteiro

Séculos de música e história com o cravista Roberto de Regina

Uma preciosa atração turística para o Rio de Janeiro, a Capela Magdalena, do cravista Roberto de Regina, é um ambiente requintado de cultura e entretenimento. Por Emanuelle Bezerra

Séculos de música e história com o cravista Roberto de Regina
O artista recebe grupos para visitas guiadas ao museu e à capela durante toda a seman

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Uma preciosa atração turística  para o Rio de Janeiro, a Capela Magdalena, do cravista Roberto de Regina, é um ambiente requintado de cultura e entretenimento. A capela fica em Guaratiba, Zona Oeste da cidade, no sítio onde o artista também mantém o Museu Ronaldo J. Ribeiro, que expõe em duas alas mais de 400 peças de miniaturas de veículos — carros, embarcações e aviões — e de catedrais e castelos.

O artista recebe grupos para visitas guiadas ao museu e à capela durante toda a semana. Desde 1991, ele promove concertos com ambientação de época, seguidos de degustação de vinhos e pratos indianos e tailandeses. Neste programa musical e gastronômico, o público é recebido por pajens trajados com roupas de época, que conduzem os visitantes por um caminho iluminado por tochas. Depois, Roberto de Regina inicia o recital em seu cravo, que ele próprio modelou.

O cravista também é um artesão muito talentoso. A maioria do acervo de catedrais de seu museu foi montada por ele próprio. Roberto também amplia o tamanho das igrejas e incrementa a peça com paisagismo e adornos que não fazem parte da peça original. Embora as instalações sejam um tanto acanhadas, os objetos expostos são impecavelmente idênticos aos originais e têm um valor histórico e cultural imenso, já que é possível passear por várias épocas e lugares dentro do museu.

A primeira ala do museu mostra réplicas de carros a vapor do século XVIII e de outros modelos fabricados há mais de 100 anos. Também se destacam no acervo a miniatura do 14 Bis, pilotada por Santos Dumont em 1906, e a Kitty Hawk, dos irmãos Wright. A viagem ao passado retrocede ainda mais em relação ao transporte naval. Podem ser vistas cópias da Barca do Sol, usada no funeral do faraó Quéops em 4 500 a.C., e da esquadra de Pedro Álvares Cabral. Um dos destaques é a cidade fictícia que o artista projetou, onde trens e bondes circulam entre teatros, cinemas e igrejas inspiradas em endereços famosos da Europa.

No segundo setor, com quarenta peças, são expostas catedrais e castelos, como o Krak des Chevaliers, situado na Síria e o Vaticano, a peça mais real entre as catedrais. Quem quiser conferir as miniaturas de perto deverá agendar a visita (Estrada do Mato Alto, 6024, Guaratiba, 2410-7183 e 3406-9927).

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8 Opiniões

  1. Dr Ricardo Barros disse:

    Ponte de Sao Francisco?!? Tower Bridge in London, sr(a). reporter

  2. João Bosco Maria Duarte disse:

    Ótimo programa. Ainda vou connhecer.
    E o Rio está de parabéns por sediar um projeto
    tão importante para a vida cultural da cidade.
    Eu já conhecia Roberto de Regina como um excelente cravista, mas agora fico mais feliz em conhecer essa sua outra faceta, tão admirável quanto seu trabalho como músico.

  3. Emanuelle Bezerra disse:

    Obrigada, Dr Ricardo Barros! Havia foto da Tower Bridge e da de São Francisco, só entrou a de Londres. A correção já foi feita.

  4. Luiz Henrique Malheiros da cruz disse:

    O melhor seria que todos estudantes tivese a oportunidade de apreciar sua ou tuas obras

  5. Luiz Henrique Malheiros da cruz disse:

    A eu sou ocarioca do joelho eu estive ai com minha familia luiz lore jeff eo marlon

  6. CARLA SALIM disse:

    GOSTARIA DE IR + 1 VEZ AO CONCERTO DO CRAVISTA ROBERTO DE REGINA C/ MEU MARIDO. EXCELENTE PROGRAMA!

  7. Alvamir Pinto disse:

    Conheci o Roberto de Regina em Brusque (SC), nos anos 70, quando ele levou um grupo com instrumentos antigos para apresentar obras da Renascença. Na ocasião ele me autografou 3 discos de música antiga os quais bem que gostaria de encontrar no YouTube. Quem pode me dar uma dica?

  8. Maria /francisca disse:

    Ha dias determinados para a audeencia na CAPELA MAGDALENA?
    E, HAVERIA GRUPOS DE EXCURSÃO PARA QUE NÓS DA iLHA DO GOVERNADOR POSSAMOS VIVER ESSES MOMENTOS DE BELEZA BARROCA?

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