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Casal fundou uma das maiores editoras de guias de viagem do mundo depois de cruzar a Ásia como mochileiros.
Em 1972, logo depois de concluir um MBA em economia na London School of Economics, o britânico Tony Wheeler decidiu fazer uma grande viagem antes de arrumar um emprego. Ele e sua esposa, uma irlandesa com quem estava casado há nove meses, compraram um carro por US$ 150 e viajaram da Grã-Bretanha ao Afeganistão.
Lá, revenderam o carro por US$ 155 e seguiram em frente, passando por países como Índia, Nepal e Indonésia até chegaram na Austrália com US$ 0,27 no bolso, segundo Wheeler. Decidiram morar lá por um tempo, e tentaram publicar suas histórias e anotações de viagem na forma de um guia para viajar barato pela Ásia.
Como nenhum editor aceitou a ideia, eles mesmo imprimiram e encadernaram as páginas. Em uma semana, venderam 1.500 cópias. Esses exemplares quase artesanais foram o embrião da editora Lonely Planet, que hoje tem faturamento anual de US$ 100 milhões.
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