Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Casal fundou uma das maiores editoras de guias de viagem do mundo depois de cruzar a Ásia como mochileiros.
Em 1972, logo depois de concluir um MBA em economia na London School of Economics, o britânico Tony Wheeler decidiu fazer uma grande viagem antes de arrumar um emprego. Ele e sua esposa, uma irlandesa com quem estava casado há nove meses, compraram um carro por US$ 150 e viajaram da Grã-Bretanha ao Afeganistão.
Lá, revenderam o carro por US$ 155 e seguiram em frente, passando por países como Índia, Nepal e Indonésia até chegaram na Austrália com US$ 0,27 no bolso, segundo Wheeler. Decidiram morar lá por um tempo, e tentaram publicar suas histórias e anotações de viagem na forma de um guia para viajar barato pela Ásia.
Como nenhum editor aceitou a ideia, eles mesmo imprimiram e encadernaram as páginas. Em uma semana, venderam 1.500 cópias. Esses exemplares quase artesanais foram o embrião da editora Lonely Planet, que hoje tem faturamento anual de US$ 100 milhões.