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Um terreno com muita história para contar

Localizada no bairro do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, chácara com monumento histórico abrigou um engenho há 400 anos e hoje tem seu espaço usufruído por crianças

A Casa Maternal Mello Mattos, localizada no Jardim Botânico, bairro do Rio de Janeiro, foi inaugurada em 1924 e batizada com o sobrenome do primeiro juiz de menores da América Latina – José Cândido de Albuquerque Mello Mattos. Ela abriga 208 crianças, com idades entre 2 e 14 anos. Data de 1923, ainda no período da história brasileira conhecido como República Velha, a criação do Juizado Privativo de Menores da Capital Federal, primeiro órgão do país voltado especialmente para o cuidado com crianças abandonadas física e moralmente pela sociedade.

E não é somente por existir há mais de oitenta anos e constituir um marco importante na questão da proteção a menores que a Casa faz parte da história do Brasil. Ela foi construída num terreno em que, há mais de 400 anos, funcionava um engenho de cana-de-açúcar. Escondida no jardim da instituição encontra-se a Capela de Nossa Senhora da Cabeça, uma das primeiras do Brasil, erguida por ordem do então governador Martim Corrêa de Sá no início do século XVII. De acordo com livreto explicativo publicado pela Secretaria de Turismo da cidade do Rio de Janeiro, há dúvida em relação à data certa da construção da capelinha, que pode ter sido no ano de 1603 ou vinte anos depois, em 1623. O patrimônio é tombado há 40 anos pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Nacional – Iphan- e constitui uma referência rara de um período tão distante da história do país.

A capela não é aberta a visitas públicas, e recebe de vez em quando apenas historiadores com a intenção de estudá-la. Antes de ser iniciada a reforma pela qual está passando, foi utilizada pelo próprio pessoal da Casa Mello Mattos para a realização de casamentos e batizados, em cerimônias para poucos convidados. A capacidade do local, de beleza simples e delicada, é para apenas 20 pessoas, no máximo.

Segundo a assistente social Ângela Maria Freire, há doze anos trabalhando na Casa, ainda que o monumento estivesse aberto à visitação não seria possível que ela mesma ou o pessoal da instituição fosse encarregado de mostrá-lo ao público interessado em vê-lo. Nota-se facilmente o apreço de Ângela e de outras funcionárias pela construção histórica com a qual convivem no jardim do orfanato. No entanto, elas já têm um dia-a-dia bastante atarefado, cuidando das duas centenas de crianças que vivem ali em regimes de externato, semi-externato e internato. Ou seja, na Casa há jovens que vão para casa todos os dias, apenas nos fins-de-semana ou que moram ali mesmo e estão disponíveis para adoção – esses, no entanto, são minoria. O número de crianças varia: quando a prefeitura do Rio publicou um folheto apresentando a capela de Nossa Senhora da Cabeça e o orfanato, em janeiro deste ano, havia ali aproximadamente 40 crianças a menos do que há hoje.

Ângela explica que há a intenção de que o cotidiano das crianças seja bem parecido com o de filhos em uma família comum. No entanto, como elas são muitas, é necessário que tenham horários rígidos para todas as atividades e o máximo possível de organização. Os mais jovens vão para a creche diariamente, enquanto os mais velhos vão para a escola e são encarregados de tarefas domésticas simples como limpeza e troca de roupas de cama deles e dos mais novos. A escola e a creche funcionam dentro da própria instituição. Além das aulas convencionais, os meninos e meninas aprendem sobre pintura, artesanato, fazem atividades físicas e têm a opção de ir a missas nos fins-de-semana. E o trabalho vai além da educação formal. Segundo a assistente social, é preciso passar-lhes, constantemente, noções de respeito, regras de convivência e de bons tratos. Os motivos que levam as famílias a deixarem as crianças na Casa são variados: desde uma malcriação que um filho faça até uma real necessidade, no caso de pessoas que perderam suas casas, por exemplo, como lembra Ângela.

A Casa Mello Mattos, cuja instituição mantenedora é a Associação Tutelar de Menores – constituída em 1913 -, faz parte da rede de obras sociais e educacionais da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, e é administrada pela Congregação das Freiras Carmelitas Descalças Servas dos Pobres. Sua manutenção depende basicamente da renda patrimonial da Congregação e de repasses da Prefeitura e do Governo do Estado. De acordo com Ângela, os repasses de convênios muitas vezes não chegam em época hábil. A assistente social afirma que a maior parte da ajuda para a sobrevivência desse imenso lar vem de pessoas físicas. Os gastos necessários para mantê-la giram em torno de 60 mil reais mensais. O Bar das Freiras, uma lanchonete localizada na PUC do Rio de Janeiro, contribui como pode com a Casa, mas não é capaz de fazer isso de forma sistemática. Ângela enfatiza que o orfanato precisa de ajuda, e de qualquer tipo: não só financeira. Qualquer pessoa que tenha brinquedos, roupas ou outros itens pode doar para o abrigo com a certeza de que estará dando uma enorme contribuição. Ela acredita ser excelente a possibilidade de a Casa ganhar 'padrinhos' que a ajudem. A seguinte conta bancária está disponível para quem desejar dar a sua contribuição, no caso de doação em dinheiro: Bradesco – agência 1444-3 / Conta número 42819-1, em nome da própria Casa Mello Mattos. Visitas ao orfanato e outros tipos de doações podem ser agendadas pelos telefones 2512 1266 e 2512 5565.

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38 Opiniões

  1. GERALDO LUIZ disse:

    GOSTARIA MUITO,DE SABER UM POUCO DA HISTORIA DE MINHA MAE QUE FOI COLOCADA NA CASA MATERNAL MELO MATOS NO ANO 1945 COM 05 ANOS E SEU IRMAO NA EPOCA COM 08 ANOS AMBOS GOSTAVAM MUITO DAS IRMAS QUE OS TRATAVAM MUITO BEM.ELA WILMA FERREIRA E ELE JORGE FERREIRA,FORAM COLOCADOS NO ORFANATO POR MARIA DA CONCEICAO RIBEIRO.PECO AJUDA PARA SABER UM POUCO DA HISTORIA DE MINHA MAE.AGRADECO.
    FONE:03134331009 OU 87460206

  2. Luciana Neiva disse:

    Concordo com Maria José! Seria muito bom conhecer a capela e essas visitas, mesmo que do lado de fora, poderiam render benefícios para as crianças. Temos que passar essa idéia adiante!!!!!!!!

  3. Talita Gabrielapereira disse:

    Fui criada na casa maternal mello mattos desde os 12 anos .Hoje moro em Salvador sinto muita saudade do colégi ,gostaria muito de saber o email do colégio muitos beijos para todas as irmas do colégio

  4. bruna disse:

    Que saudade que sinto dai, fui crianda na casa martenal mello mattos entrei la com 4 anos eu e meu irmãozinho bruno, fiquei ate os 10 foi otimo as irmãs sao uns amores qualquer dia vou ai vistar a todos.. um beijo enorme no coração de todas vcs…..

  5. Eliane Maria Motta disse:

    Pretendo ainda este ano fazer-lhes uma visita para matar as saudades….Afinal parte da minha infancia foi ai…Sera que mudou muita coisa

    Pretendo ainda este ano visita-los para matar as saudades…Afinal parte da minha infancia foi aí.Será que mudou muita coisa?

  6. lucia maria disse:

    Passei alguns anos junto com a minha irmã interna na casa maternal mello matos. Foi entre os anos de 19520a1955. Fomos bemm tratadas. FOI UMA ÉPOCA DE GRANDE NESCESSIDADE para a minha familia. Agradeço a DEUS por esta acolhida.

  7. lizabete disse:

    Eu seu a mae de Pamella e Penelope quem estavan no Mello Mato de 1987 ate 1989. Eu encontrei um ingles e nos viajamos para Londres em 1989 com minhas filhas. Elas morao agora em Londres. Elas estao muito bem. Agradeco todos voces para cuidar de minhas filhas. Eu quero saber se lembra delas. Pamella trabalha no radio como DJ e Penelope tem un filho de tres anos com um jamaicano. Ele e muito lindo. Obrigado de novo para me dar oportunidade para me e minhas filhas. Obrigado de novo. Lizabete e Nick

  8. Luiz Wallace de Mello Mattos disse:

    Sou da família Mello Mattos e curiosamente minha mãe é Albuquerque Mello Mattos, estudo Arquitetura e gostei muito de saber de toda essa história que envolve minha família.

  9. Valéria disse:

    Meu Deus, que maravilha, passei minha infancia ai, me lembro muito da Irmã Sebastiana e da Irmã amélia, eu as amava muitoooo, tinha duas grandes amigas, a Elza e a Adriana, cujo apelido era Maria Bolinha. Gostaria muito de reencontra-las. Valéria, apesar de magra meu apelido era baleia rsrsrsr.

  10. Marcia da Conceição Bittencurt disse:

    Meu nome é Marcia e vivi minha infancia neste orfanato e lembro com muito carinho da Irmã Candida e uma de minhas amigas que gostava muito era a Sebastiana. Lembro dos passeios que faziamos pelo orfanato. Meu apelido era Branca de Neve, por ser branquinha e ter as buchechas rosadas.Hoje tenho 48 anos e guardo lembranças eternas. Sou muito grata.Gostaria de saber se consigo fotos no arquivo do orfanato para guardar de lembrança, a unica que tenho é de um passeio na praia e dentro do orfanato com a Irmã Candida. Aguardo resposta.Obrigada.
    Obrigada.

  11. debora villard disse:

    meu nome é debora também passei por lá fui muito bem criada, ñ me lembro muito das pessoas entrei com 4 aninhos e sai com 10, me lembro que fui pra lá porque minha avo´ não tinha com quem me deixar ela trabalhava muito. logo depois fui retirada de lá por minha mãe, minha avó ja tinha falecido.

  12. Vanessa Soares disse:

    Queridos e queridas, que satisfação reencontrar aqui pessoas que passaram a infância no mesmo lugar que eu passei com minhas irmãs. Éramos três: Vanessa, Valéria e Viviane e ficamos porque minha mãe não tinha condições de nos criar. Não me lembro muito da data e nem quanto tempo, mas deve ter sido pelos anos de 87 a 90, por aí. Tenho uma foto que tirei na Escola Capistrano de Abreu, onde estudávamos e lá tem uma data na qual me baseio. Amava a irmã Sebastiana, pois ela era um doce e nos tratava muito bem. A irmã Francisca(baixinha, gordinha, branca) chamava muito a atenção da gente e gostava de nos sacudir quando fazíamos algo. Eu ajudava no berçário com os bebes, tinha o Bruninho que eu adorava, era um bebe moreninho e gordinho. A tia Aparecida (morena do cabelo comprido e preto), a tia Marlene. Lembro de uma menina chamada Yara. Adorava as festas, domingo íamos a missa e fiz a primeira comunhão lá. À noite algumas meninas podiam ficar no pátio até mais tarde brincando, eu adorava plantar feijão em baixo de uma árvore que tinha no pátio. Nossa, quantas saudades! Lizabete, acho que me lembro da Pamela e da Penélope vagamente. São muitos anos, rs .Se alguém lembrar de mim deixo meu e-mail (gabivida@oi.com.br).

  13. Daniele Alves disse:

    Vanessa eu lembro de vc e das suas irmãs sim.Quem tomava conta da gente nessa é poca acho q era tia Aparecida lembra?A tia Marilene mora aki perto em cavalcante le ficavaa com a turma 2! No mes de dezembro tivemos um encontro com algumas meninas na casa da professora Cristiane!Foi muito bom!

  14. Elaine dos santos disse:

    Meu nome é Elaine é uma recordação muito linda…por toda minha vida uma passa um filme dessa minha infância de muita alegria,passeios,missas,amizades.na época minha mãe havia separado de meu pai e não tinha condições de trabalhar e cuidar de mim e de minha irmã Ana márcia. lembro do seu Abeu velhinho o jardineiro e a dona Maria também bem velhinha que sempre abria a porta para nos receber depois de um final de semana com a familía lembro das irmã geovana a irmã a farmácia,lembro da sheila que ajudava a cuidar da gente,eu também ajudava no berçário com os bebes dava banho,lembro da minha amiga viviane,vanessa,juliana,tatiane,cristiane,faziamos bagunça no dormitório e ficavamos de castigo.adorava ficar acordada mas tarde no patio a noite.tenho uma foto sentada com algumas tias no patio brincando de passar a bola.Era uma época muito boa apesar de sentir muita saudade da minha mãe.a xuxa fez um show, Roberto carlos tem video no you tube.estou pra ir inda este ano visita a insttuição muito querida.Foi o ano de 87 minha mãe me tirou no ano 90 .Mas fico grata por tudo que as irmãss fizeram por mim e minha irmã. a musica do balão mágico ficou marcada.se quiserem relembra meu contato elaine_nuth25@yahoo.com,face Elaine dos santos.TEL:988253431.abraços

  15. Elaine dos santos disse:

    olá! meu nome é Ana Márcia…. eu tbm passei minha infÃncia neste orfanato… eu sou irmã da elaine… nós duas ficamos juntas …. eu fui bebezinha… já minha irma com 2 pra 3 anos… fiquei até os 8 anos e minha irma 9…eu só me lembro de coias boas. onde passeávamos bastante.. [circo/na época programa do xou da xuxa./praia/ íamos para o colégio onde tinha um motorista que levava de combi branca/não me lembro o nome do motorista/ lebro da professora aparecida/carla/silvia/… lembro q tinha um refeitório enorme os partos eram de alumínio e as canecas tbm e tinha tbm bandejão…nos dormitório eu as coleguinhas ficávamos conversando/brincando/fazia guerra de travesseiros/ q por sinal por causa do barulho vinham as irmas ou as tias e colocava a gente de castigo… rs lembro q a noite ficavámos no pátio brincando… andávamos de bicicleta tbm… fazíamos festas juninas nos divertiamos bastante/lembro q ganhávamos mt ovos de Páscoa tbm/ doces etc.. lembro de poucas meninas [viviane/vanessa/valéria/pÂmela.] brincávamos juntas….ficávamos de 2f a 6f no orfanato e fim de semana ia para casa cm a nossa mãe… ou ela ia visitar agente nos fins de semana… lembro q ela sempre trazia pra gente cuscus.. era ótimo!…. essas são poucas e boas recordações de infÃncia q vivi na casa mello de mattos..no jardim botÂnico. hj estou com 30 anos minha irmà com 32… se alguém se lembrar da nossa épca q passamos juntas… entre em contato conosco para bateros um papo… meu cel…[ 021] 93755346 .. meu e-mail é anamarciamarcinha@hotmail.com / face ana márcia dos santos. bjs!

  16. ANA MÁRCIA DOS SANTOS disse:

    MEU NOME É ANA MÁRCIA… PASSEI UMA INFâNCIA ÓTIMA NESTE ORFANATO.. NAÉ POCA DE 80 A 90. SOU IRMÃ DA ELAINE … QUEM QUIZER ENTRA EM CONTATO CONOSCO PARA BATERMOS UM PAPO LEGAL MEU CEL..[. 021] 993755346 MEU EMAIL´É anamarciamarcinha@hotmail.com/ meu face ana marcia dos santos bjs.!

  17. graça disse:

    Fui internada na Melos Matos nos anos 50 entrei com 3 anos e fui transferida com 6 para outro orfanato em Jacarepagua, não tenho nenhuma boa lembrança, as madres da época eram umas megeras, sofri muito ainda bem que hoje é diferente, tem quem se interesse por crianças de lugar como esse,

  18. Milene santiago disse:

    Olá, meu nome é Milene e tbm fui criada nesse orfanato.
    Junto da minha mãe que na época trabalhava lá e minha irmã Elaine e Guilherme que tbm eram internatos.lembro de muitas coisas boas que vivemos lá na época de 1993 a 191998
    Queria saber por onde anda,como estão as meninas que vivia lá junto de mim algumas lembro de nome como saraline,amanda,Aline,Vanessa,Noêmia,talita,andressa,vanuza, e por ai si vai kkk.BjS a tds
    E com muita honra eu posso dizer que eu vivi no orfanato casa maternal Mello mattos

  19. hellen cristina da silva disse:

    Oiii também morei na casa maternal Mello Mattos e não tenho boas lembranças fui separada do meu irmao mais novo ele foi adotado e eu fiquei eu só tinha ele e ate hoje tento encontrar algum parente se alguem poder me ajuda fico muito agradecida .
    Nrdison não vou desistir de VC.

  20. Rayanne de Oliveira Santos disse:

    Fiquei também no orfanato tenho mtas lembrança fiquei com a minha irmã Ramila lembro de algumas meninas josy talita romilda graziele da tia luciana das irmãs tenho mtas lembranças adoraria rever as meninas beth leão

  21. Fatima disse:

    Passei pela Mello Mattos nos anos 60, mais ou menos. Ia ser adotada por um casal. Logo me familiarizei com eles. Eram muito afetuosos comigo. Sempre levavam presentes. Tinha que compartilhar com todas as meninas, biscoitos, doces, brinquedos… pois, num orfanato, somos todas irmãs.
    Mas, a adoção não foi possível. Pois minha família me tirou antes. Tenho boas lembranças, apesar da pouca idade (3 anos). Toda noite tinha pão com mel. Aos domingos, pão doce com creme. Comidinha gostosa e farta. Passeava muito. Entrei no maternal. Tinha uma irmãzinha, era bem novinha,que não lembro o nome dela, que gostava de colocar música alta, para a gente dançar e ela também dançava. Eu gostava dela. Ela tirava fotografias da gente. Tomava conta da salinha de brinquedos. Ensaiava nosso teatrinho para apresentação nas festinhas. Era animada e paciente conosco. Quando entrei lá, chorei muito ao me separar duma tia que me levou para lá. Fiquei totalmente fora de mim. Corri ladeira abaixo. Tive a impressão, não sei porque, que nunca mais veria a minha família. Essa irmãzinha, com toda a paciência, me pegou no colo, levou-me para o dormitório, conversou comigo, me acalmou, ficando ao meu lado até que eu adormecesse. Lembro do pátio. Do lava pés. Dos cineminhas. Da televisão. Logo passei a gostar. Era bem tratada. Um beijo, à irmãzinha. Apesar de não lembrar seu nome. Esta possuía o verdadeiro dom da caridade e foi escolhida por Deus para dar conforto às órfãs que careciam de afeto. Aonde ela estiver, que o Senhor Deus a acolha, como ela acolhia a nós. Verdadeira irmã de caridade!

  22. Duval Tiago ( Luiz da silva) disse:

    Eu morei nesta casa entre 1994 e 1998 e então eu fui adotado em França onde eu vi. Eu quereria achar minha irmã Glaucilène Luizda silva nascido em 03/10/1988 que também estava neste orfanato. Obrigado por me ajudar e soletrar..

  23. Sheila Franca disse:

    Oi me chamo sheila.Eu tbm fui criada na Mello Mattos.Eu cheguei com 2anos e sai com 30anos.Fui uma das ultima a sair da bainha das Irnas rsrs….Tenho muitas recordacoes boas!Foram tantas pessoas q passaram por la q s eu comecar nao paro.Eu fico muito FELIZ de saber o quanto vcs foram feliezes nesta Casa maravilhosa!Q Deus abencoe TODOS e sejam semore felizes e q nunca perca a essa alegria de infancia vivemos juntas!!!bjos SAUDADES!!!! Eu continua tendo contato com a Mello Mattos.Vamos marcar p fazermos uma visita!!!

  24. Márcia Boldrini disse:

    Fui internada no Mello Matos na década de 70 e fico feliz em saber que hoje as coisas melhoraram bastante porquê da minha época não trago boas recordações, principalmente no que diz respeito a alimentação e às monitoras como a D. Júlia que sinceramente para mim não passava de uma carrasca. Gostaria muito de falar com pessoas que ficaram lá nesse período

  25. Cris disse:

    Alguém que estava por lá no início da década de 80, por volta de 84, lembra de um casal que ia sempre na Casa, fazia festas de Natal e outras visitas. Pelo q falam iam sempre e tinha uma menininha q quase foi adotada por eles, acho q era Fátima. Eles chegaram a adotar alguma criança?! Alguém sabe?!

  26. Danielly Monteiro disse:

    Sheila França, tudo bem? Aqui é Danielly, somos da mesmíssima época!!! Vamos marcar de encontrar qq dia? Meu e-mail é danyfern321@gmail.com. bjo

  27. Larisse Ribeiro disse:

    Olá Hellen Cristina Da Silva, sou filha de uma das moças que trabalhou na maternal de 95 a 98, cuidou do Nedison nos últimos 6 meses em que ele ficou lá e lembrou que ele não foi adotado por brasileiros. Desejo sorte na sua procura!!

  28. Tiago Luiz da silva disse:

    Ola, eu sou Tiago Luiz Da Silva e venho ao Rio sabato 9 abr por 15 dias.eu vive en Francia.Eu gostaria de encontrar Minha irma Glaucilene Luiz Da Silva que tambem estava no orfonato.Eu ter deixado em Mai de 1997.Obrigada por me ajudar a encontrar le, por favor!
    Escrime meu: duvalcatiago@dbmail.com

  29. ROSE TAVARES disse:

    MEU NOME É ROSE TAVARES,EU TBEM FUI CRIADA NO ORFANATO MELLO MATTOS CHEGUEI AI COM 3 ANOS E SAI COM 10 ANOS.É COM MUITO AMOR E SATISFAÇÃO E SAUDADES QUE TENHO LEMBRANÇAS LINDAS DAS IRMÃS SEBASTIANA, IRMÃ APARECIDA,IRMÃ CANDIDA NOSSA MUITA SAUDADES.NÃO LEMBRO DOS NOMES DAS MENINAS MAIS ADORAVA BRINCA, TENHO MUITA SAUDADES, DE TODAS. ESTUDEI TBEM NA ESCOLA CAPISTRANO DE ABREU, LEMBRO DO REFRÃO DA MUSICA DA ESCOLA KKKK [ A ESCOLA CAPISTRANO DE ABREU EU NUNCA ESQUECEREI A SUA AMIZADE SEMPRE,SEMPRE LEMBREI] RSRSR LENBRO DA COMBI BRANCA. NOSSA É MUITAS LEMBRAÇAS BOAS. EU FUI BATIZADA E A MINHA MADRINHA ADRIANA SEMPRE FOI ME VISITA AOS DOMINGO. TENHO MUITA SAUDADES DELA.FIZ PARTE DO CORAL DAS MISSA DE DOMINGO EU ADORAVA CANTAR. EU ERA MUITO BAGUNCEIRA KKKK NORMAL DE CRIANÇA. EU LENBRO DO SHOW DA XUXA EU AMAVA, E TO PAPAI NOEL EU TINHA MEDO CHORAVA MUITO KKKKKK. LENBRO DO SEU ABEL. EU GOSTAVA DE FAZER BAGUNÇA NO QUARTO KKK, EU FAZIA XIXI NA CAMA.EU ME LEMBRO DO DIA, DA MINHA TRANSFERENCIA EU ME ESCONDI. MAIS NAÕ ADIANTOU NO DIA SEGUINTE VEIO A COMBI BUSCA MAIS CRIANÇA AII TIVER QUE IR CHOREI MUITOOOOO.FUI PRO MEIER ORFANATO SÃO PEDRO DE ALCANTARA. NOSSA MINHA INFANCIA NO MELLO MATTOS FOI MUITO BOM. MUITO OBRIGADA A TODAS AS MADRES QUE ME ACOLHERÃO. E AS MENINAS SAUDADES DE TODAS.

  30. Maria do Carmo pereira de souza disse:

    Maria do Carmo Pereira de Souza fui internada na casa mTsrnal com três anos e sai com 7. Fiquei MT emocionada quando achei esse Colégio sofri MT pois não me conformei com a separação de minha mãe que era td que eu tinha não entendia que ela precisava trabalhar para nos sustentar.confesso que não queria estar ali,mas hj vendo a importância desse património fico emocionada com o cuidado de Feus comigo obrigado Senhor por ter sido criada num casa católica obrigado Senhor porque cuidar DE mim.

  31. Karoline Pereira disse:

    Olá, meu nome é Karoline Pereira, minha mãe FATIMA PEREIRA morou na casa maternal Mello Mattos eu acho por volta de 5 anos ela chegou lá na época de 85 ela tinha 5 anos, eu queria muito encontrar os país dela que se chamam BRIGIDA PEREIRA E JOSE PEREREIRA. Queria muito que alguém pudesse me ajudar, é o meu sonho e da minha mãe poder encontrar eles. Obrigado, qualquer informação me mande um email: karolinesantosmarinho123@gmail.com

  32. SHIRLEI CAMPOS disse:

    MINHA MÃE SEMPRE FALAVA DESTE ORFANATO, ELA NÃO SÓ GOSTAVA COMO DIZIA QUE AS FREIRAS AS A TRATAVAM MUITO BEM.E INFELIZMENTE ELA ACABA DE FALECER E GOSTARIAMOS MUITO DE SABER SOBRE SUA HISTÓRIA. DE COMO ELA FOI PARAR NESTA CASA QUEM LEVOU ENFIM… TENHO MUITA CURIOSIDADE DE ENTENDER COMO AS CRIANÇAS ERAM ACEITAS SEM DOCUMENTOS. A CASA REGISTRAVA AS CRIANÇAS POR FAVOR GOSTARIA MUITO QUE ME DESSEM UMA RESPOSTA….

  33. SHIRLEI CAMPOS disse:

    Bom dia minha mãe passou por este abrigo. Gostaria de saber se vcs tem arquivos guardado pra efeito de localização. pois nós da familia estamos enfrentando problemas de identificação. Desde já muito obrigado… shirleeycampos22@gmail.com

  34. Ana maria disse:

    Olá também fui interna no Melo matos nos anos 60 eu tinha 3 ou 4 anos, tenho marca na perna até hoje de um prato de sopa quente que caiu na minha perna, não fui maltratada me lembro que tínhamos madrinhas que nos levavam presentes, eu chorava muito com saudades dá minha mãe, mais sempre tinha uma irmã para consolar. acho que minha mãe tem foto minha com uma freira, vou ver se encontro e posto.

  35. Débora disse:

    Olá, boa noite! Gostaria de saber sobre a história da minha mãe que se chama Ariela Lourenço, nascida em 1959 foi deixada muito pequena a partir dos anos 60 e saiu a partir dos anos 70 com 13 anos.
    deboraloure@outlook.com

  36. Cristiane dos santos pontes disse:

    Sou Cristiane estou com 42 anos tenho lembranças desse orfanato lembro me do dormitório da camisola acho que verde lembro de uma moca que ia me visitar e eu a chamava de cici passei por aí no ano 78 queria muito conhecer a minha historia tem uma cicatriz no pescoço encima da jugular e nao sei guando isso aconteceu

  37. sara Moura da Rocha disse:

    Olá, meu nome é Sara e eu procuro meus irmãos q também passaram por aí. Eu não sei o ano , mas eles são gêmeos e se chamam fabíola Britto moura e Fábio Britto moura. Alguém os co heceu, se lembra deles? Eles devem ter hoje uns 25 ou 26 anos. Obrigada.

  38. Regina disse:

    Sou Regina,59 anos, estive na casa maternal Mello Mattos, nos anos 60. Entrei com 4 anos e fui transferida com 9 anos, para o Educandário São José Operário em Jacarepaguá. Lembro dos passeios à praia,lembro de uma freira que saiu para casar,chamava irmã Ione, Lembro da tia que cuidava da minha turma,se chamava Idalina. Eu cheguei a ver está tia ,muitos anos depois. São as duas pessoas que recordo porque eram pessoas boas comigo. O Sr Abel e Sr Gerônimo, trabalhavam desde aquela época na casa maternal Mello Mattos. Se tiver alguma menina da época,precisamente ano de 1963 até 1968 mais ou menos. E quiser entrar em contato.(rocharegina5@gmail.com)

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