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Fuga dos cérebros

A migração de talentos

Avaliação da contribuição intelectual de expatriados mostra que Grã-Bretanha, Canadá, China, Alemanha e índia têm as diásporas mais talentosas

A migração de talentos
Número de expatriados que registraram patentes antes de 2012 mostra a dimensão da fuga dos cérebros (Foto: Wikipedia)

Muitos países dizem que suas diásporas são importantes. Mas isso é um fato real ou apenas um orgulho exagerado? De acordo com os dados da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), antes de setembro de 2012 as patentes científicas e técnicas registravam não só o local de trabalho do inventor, como também o lugar de nascimento. Assim, era possível avaliar a contribuição intelectual dos expatriados.

Por esse critério a Grã-Bretanha, Canadá, China, Alemanha e Índia têm as diásporas mais talentosas. Em relação à população africana, as pessoas de Gana e da Nigéria que viviam em outros países eram as que mais se distinguiam.

De 2007 a 2012, mais de nove décimos de pedidos de patentes de pessoas nascidas nesses países foram registrados por estrangeiros. Surpreendentemente, uma proporção maior de ingleses que registram patentes estão trabalhando no exterior, em comparação com os chineses (20% versus 17%). O sistema liberal de registro de patentes da China é um dos motivos; o outro talvez seja o talento britânico de se adaptar e ser bem-sucedido no exterior.  

Fontes:
The Economist - Migrant brain power

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