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GUERRA COMERCIAL

China tomará ‘medidas’ caso EUA iniciem guerra comercial

O governo chinês tomou a iniciativa depois que os americanos anunciaram que vão acrescentar novas tarifas à importação de aço e alumínio

China tomará ‘medidas’ caso EUA iniciem guerra comercial
Em 2017, as trocas comerciais entre China e Estados Unidos ultrapassaram os US$ 580 bilhões (Foto: Wikimedia)

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A China afirmou ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que não ficará imóvel caso os americanos resolvam começar uma guerra comercial. A afirmação foi feita neste domingo, 4, pelo porta-voz do plenário da Assembleia Nacional Popular (ANP), Zhang Yesui, que garantiu que o governo chinês vai tomar “as medidas necessárias” para garantir seus interesses.

“A China não quer uma guerra comercial com os Estados Unidos, mas se os EUA aprovarem ações que danificam os interesses chineses, a China não ficará de braços cruzados e tomará as medidas necessárias. As políticas baseadas em juízos ou presunções equivocadas danificarão as relações e trarão consequências que lugar algum gostaria de ver “, destacou Yesui em entrevista coletiva.

A resposta do governo chinês surgiu depois do presidente americano, Donald Trump, ter anunciado que o governo americano vai acrescentar tarifas à importação de aço e alumínio, afirmando ainda que guerras comerciais são boas.

Em 2017, as trocas comerciais entre China e Estados Unidos ultrapassaram os US$ 580 bilhões, segundo Zhang Yesui. Dessa forma, “é natural que haja alguns atritos”. Mesmo admitindo que os pequenos atritos acontecem, Yesui afirmou que a cooperação é a única saída para superar as diferenças. “É importante que ambas as partes percebam as intenções estratégicas recíprocas de forma correta e com mente aberta”, finalizou.

O Brasil também pareceu não gostar das afirmações de Trump a respeito das sobretaxas na importação de aço, podendo questionar as decisões do governo americano em foros globais, como a Organização Mundial do Comércio (OMC).

Fontes:
Agência Brasil - China alerta que não cruzará os braços caso EUA iniciem guerra comercial

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