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Como solucionar a crise mundial dos empregos?

13/03/2009 | Enviar | Imprimir | Comentários: 5 | A A A

Nada evoca mais a miséria do desemprego em massa do que as fotografias da Grande Depressão. A situação desesperadora ensinou às gerações seguintes que as políticas públicas têm uma participação vital no alívio do sofrimento daqueles que não conseguem emprego.

Graças a programas de bem-estar e benefícios, muitos dos quais tiveram origem naqueles dias sombrios, o desemprego já não deixa a população em estado de miséria — pelo menos no mundo desenvolvido.

Agora, com o mundo enfrentando a pior recessão desde os anos 1930 e o comércio global se encolhendo no ritmo mais acelerado em 80 anos, a questão do desemprego em massa volta a assustar e remete à principal pergunta levantada na Grande Depressão: o que os governos devem fazer?

Até o fim de 2010, o desemprego em grande parte do mundo rico deve ser superior a 10%. No mundo emergente a pobreza vai aumentar. Os princípios políticos ditam que os governos devem intervir energicamente para salvar empregos, mas a ajuda não pode ser medida apenas em dólares. Políticas mal planejadas podem ser contraproducentes. A "Economist" diz que, em geral, faz mais sentido pagar às empresas para manter seus funcionários do que subsidiar o desemprego.

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5 opiniões para o artigo: Como solucionar a crise mundial dos empregos?

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Opinião de J. B.
Na data: 17 de março de 2009 as 16:46

Quando lemos algo na rede, poucos apresentam solução práticas para o caso, aquecimento global buraco na camada de ozônio e tudo mais, agora a economia em queda.
ninguem apresenta uma solução prática para tudo isto, cientista são pessoas renomadas apresaentam soluções astronomicas que não resolve absolutamente nada, poderá até aplicar, mas certamente não funciona.
A solção é muito simples, basta aqueles que estão no poder, ou que estão lá para servirem de buneco e enganar o povo, é o que acontece aqui no Brasil, o problema maior chama-se carga tributária, um carro para ser produzido custa em média R$ 8.000,00, este carro não terá de custar mais do que 40% do seu valor, isso já é um valor considerado alto, isto só é uma comparação, mas as porcentagens estão correta, um carro naloja estava 20.000,00 reais já pronto algum tempo depois este carro já valia 35.000,00, isso sem custo de produção, quem pode me explicar estes acréscimos, a carga tributária, se olhar-mos com bastante atenção veremos o resultado da equação, para que cargas tributárias tão altas se não serve para nada, fazem muito pouco com ele ou nada, pelo menos aqui no brasil é assim, que com este governo piorou.
o povo está a mingua, estes caras para se manter no poder eles compram 50% +1 de votos e garantirlhes no poder, fica uma pergunta, para que isto? de uma coisa eu sei O POBRE NÃO GOSTA DE POBRE, portanto estamos passando a pior fase de nossas vidas com um governo sem escrúpulos.

Se alguem pensar que estou mentindo, vá ao nordeste e comprove pessoalmente, nome do agente(Bolsa Familia ) lá ninguem quer trabalhar mais, o governo banca tudo e com isso vão encolhendo o salários de pessoas decentes que acrdam as 04:00 e chegam muito as 20:00h do trabalho.

A bolsa familia foi criada para algo decente, audar as familias pobres, mas está distorcido o objetivo, ela não está sendo usada para amparar as familias, mas sim manter um monte de pessoas que não fazem absolutamente nada, basta vc fazer filhos e ai vc tem uma pensão do governo, isso lá no nordeste, porque aqui em são paulo tem familias passando fome, cade a bolsa familia?
A cooisa é séria, isso tem que mudar.

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Opinião de Armelindo Prando
Na data: 14 de março de 2009 as 0:01

Hoje a produção é muito maior do que o consumo, ou seja, a oferta é maior que a procura. Começamos pelas montadoras, atribuo a elas associadas aos bancos que estão deixando o povo empobrecido, e 80% da classe média e baixa foram atraídas pela oferta para adquirir, determinados bens, tais como: carros, esses por sua vez com juros altíssimos que desestrutura qualquer trabalhador, e nada adianta investir nas grandes empresas se o consumidor é frágil. Deve-se, porém ter um controle de produção. Gostaria de sugerir ao povo, que primeiro devemos nos preocupar com a família, saúde, educação, alimentação dos filhos, etc. Talvez a solução para a crise, é através do controle da produção; suspender as dívidas de qualquer trabalhador por um ano, essa é a minha visão Senhor Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “O povo da classe baixa e média, não conseguem acompanhar a evolução”.

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Opinião de heloisa
Na data: 13 de março de 2009 as 17:13

As perguntas levantadas pela crise vão produzir diversas respostas para resolver a pobreza. Está bem mais claro agora que o papel do governo é social e fiscalizador. Ajudar ao invés de ter empresas. Focar na educação e saúde

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Opinião de francisco f de paiva
Na data: 13 de março de 2009 as 15:07

sobre a crise no mundo, não é uma questão social, e sim uma questão de caráter. Na ora em que os governos quiserem resolver o problema economico do mundo eles resolvem. Você sabe muito mais do que eu. Como eles resolvem os seus problemas? Na hora que querem?
Educação, saúde e segurança tudo isso é uma questão de caráter e não de sobrevivencia. A sobrevivencia estar incluida também no caráter do homem para com o homem. Mas a pessoa, quando chega o dia das eleições por uma questão de carater e não de principio, votam nesses caras por uma moeda. E isso não é consciencia e sim caáter.

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Opinião de Markut
Na data: 13 de março de 2009 as 12:32

No fundo, no fundo, o que se vislumbra é a tentativa de superar os problemas econômicos ,via redistribuição de riqueza, devolvendo à sociedade, com mais nitidez, a riqueza que , afinal, foi a própria sociedade que produziu.

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Atualizado 02/09/2010 16h45