O problema afeta 1 entre 3 pessoas acima de 60 anos. A data tenta reforçar a importância do tratamento e as consequências
A "Pimentinha" foi a escolhida para o Nesta Data Especial desta semana no Opinião e Notícia
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
Confira a opinião pública da semana
Artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
Leia a crônica publicada no jornal Correio Mercantil, em 19 de novembro de 1854
Depois da primeira onda pandêmica, no inverno do ano passado, o Brasil iniciou nesta semana a campanha de vacinação contra a gripe A
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Confira a crítica de Francisco Taunay sobre o espetáculo
Carlos Eduardo Novaes com humor mordaz e crítico firmou-se como excelente cronista, dramaturgo, romancista e autor de literatura infanto-juvenil
PT e PSDB se enfrentam em um embate de propostas não definidas
Dilma virou, além de pré-candidata à Presidência e papagaio fêmea de inaugurações, PhD em raciocínio lógico
A corrida é cada vez mais popular e surge como opção para fazer amizades, praticar exercícios e aumentar a qualidade de vida
A predominância de grupos estrangeiros reflete que o Brasil recebeu cerca de US$ 3,1 bilhões de investimentos na indústria do etanol
Nada evoca mais a miséria do desemprego em massa do que as fotografias da Grande Depressão. A situação desesperadora ensinou às gerações seguintes que as políticas públicas têm uma participação vital no alívio do sofrimento daqueles que não conseguem emprego.
Graças a programas de bem-estar e benefícios, muitos dos quais tiveram origem naqueles dias sombrios, o desemprego já não deixa a população em estado de miséria — pelo menos no mundo desenvolvido.
Agora, com o mundo enfrentando a pior recessão desde os anos 1930 e o comércio global se encolhendo no ritmo mais acelerado em 80 anos, a questão do desemprego em massa volta a assustar e remete à principal pergunta levantada na Grande Depressão: o que os governos devem fazer?
Até o fim de 2010, o desemprego em grande parte do mundo rico deve ser superior a 10%. No mundo emergente a pobreza vai aumentar. Os princípios políticos ditam que os governos devem intervir energicamente para salvar empregos, mas a ajuda não pode ser medida apenas em dólares. Políticas mal planejadas podem ser contraproducentes. A "Economist" diz que, em geral, faz mais sentido pagar às empresas para manter seus funcionários do que subsidiar o desemprego.
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