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Sistema de armazenamento

Computação em nuvem conquista terreno

Empresas que oferecem a tecnologia estão travando uma guerra de preços para conquistar novos negócios

Computação em nuvem conquista terreno
A redução nos preços oferecidos pelas gigantes da internet está tornando a computação em nuvem algo ainda mais acessível (Reprodução/ClaudioMunoz)

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Em 2006, o conceito de computação em nuvem (cloud computing) prometia revolucionar o modo como empresas processavam e armazenavam dados. A tecnologia era vendida como uma maneira mais barata de lidar com dados virtuais, capaz de oferecer softwares de última geração e encorajar a colaboração entre empresas.

A tendência se firmou rapidamente e agora a redução nos preços oferecidos pelas gigantes da internet está tornando a computação em nuvem algo ainda mais acessível.

Em 2004, a gigante varejista da internet Amazon começou a construir uma infra-estrutura de computação em nuvem para servir outras empresas bem como a si mesma. Hoje, dez anos depois, a Amazon Web Services (AWS), é líder absoluta do mercado.

Sua tecnologia permite que empresas aluguem capacidade de processamento e espaço para o armazenamento de seus dados ao invés de terem de comprar e manter seus próprios servidores e data centers.

No final de março, para competir com a Amazon, o Google reduziu os preços de seus serviços em nuvem entre 30% e 85%. A medida, destinada a alavancar seus negócios, desencadeou uma resposta imediata da AWS, que barateou seus serviços em até 65%.

A Microsoft, também determinada a participar do lucrativo mercado, seguiu o exemplo com cortes significativos também. Assumindo que a AWS e seus rivais consigam continuar a reduzir custos ainda mais, suas nuvens parecem estar prestes a engolir o mundo virtual dos negócios.

Algumas empresas ainda resistem à ideia de terceirizar suas necessidades de computação. Daí a popularidade da chamada computação “em nuvem híbrida”, que envolve a contratação de um serviço como o AWS para algumas aplicações de software, mantendo outros mais sensíveis em servidores próprios. Empresas com negócios em nuvem substanciais, como IBM e Rackspace, já começaram a investir em hospedagens híbridas para competir com Amazon e Google.

 

Fontes:
The Economist-Silver lining

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