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Ex-CEO da Nissan é preso por suspeita fraude no Japão

Segundo informações, Ghosn afirmou ter recebido menos do que realmente foi declarado

Ex-CEO da Nissan é preso por suspeita fraude no Japão
Carlos Goshn é natural de Guajara-Mirim, em Rondônia (Foto: Wikipédia)

A Promotoria de Justiça de Tóquio, no Japão, prendeu o ex-CEO Carlos Ghosn, da Nissan Motor, por suspeita de fraude na declaração de lucros. Nas declarações, Ghosn afirmou ter recebido menos do que realmente recebeu, reduzindo seus ganhos em 33%.

Em nota a montadora japonesa disse que Ghosn “declarou durante anos renda inferior ao valor real”, além de ter cometido outros crimes apurados em investigação interna da empresa. “Além disso, se tratando de Ghosn, numerosos outros atos de conduta errônea foram descobertos, como uso pessoal dos ativos da companhia. A Nissan está fornecendo informação aos promotores públicos do Japão e está cooperando com as investigações”, disse a nota.

Natural de Guajara-Mirim, Rondônia, Carlos Ghosn, de 64 anos, ocupava a presidência da aliança Renault-Nissan-Mitsubish. A promotoria de Justiça de Tóquio relatou que a remuneração de Ghosh tinha uma média de quase 1,1 bilhão de ienes, cerca de US$ 9,7 milhões de dólares, ao final de 2016. Para o ano fiscal de 2017, o executivo relatou cerca de 730 milhões de ienes – uma redução de 33%.

Ghosn foi diretor da montadora em 1999, anos depois tornou-se presidente da Nissan. Ele foi incumbido de supervisionar a empresa. No ano passado, Ghosn se aposentou como presidente e CEO da Nissan. O grupo vendeu mais de 10,6 milhões de unidades no ano passado, superando a Toyota como o segundo maior vendedor de automóveis do mundo.

Fontes:
Agência Brasil-Ex-CEO da Nissan é preso no Japão suspeito de reduzir próprio lucro

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