Nos três meses até maio, a taxa de desemprego na Grã-Bretanha atingiu 7,6%, e os jovens são as principais vítimas da crise econômica no país.
É a taxa mais alta desde o final de 1996, e entre os jovens com idades entre 18 e 24 anos ela subiu de 11,9% para 17,3% ao longo do ano passado. Caso continue nesse ritmo, mais de um milhão de jovens podem ficar desempregados até o final deste ano. O número atual é de 928 mil.
Devido à falta de experiência profissional, os jovens são especialmente vulneráveis a desacelerações econômicas. No entanto, antes mesmo da crise, os jovens britânicos já vinham enfrentando mais dificuldades para se estabelecerem profissionalmente do que seus congêneres da OCDE.


É um problema social grave o desemprego entre os jovens. No momento de começar uma carreira não conseguem emprego e é muito fácil escorregarem para a delinquência. Não é só na Inglaterra, na França entre os filhos de imigrantes é até pior.
Uma população jovem desempregada incita a violência e criminalidade, já que estes são mais sucetíveis à correrem esse risco do que pessoas velhas.
O destaque é estatístico e culpa a crise econômica. Se aprofundarmos vamos nos descobrir cada vêz mais vulneráveis ao chamado avanço tecnológico, concentrado em poder de poucos, produzindo vorazmente equipamentos substitutos do ser homano, volúvel, frágil, custoso e que não liga e desliga em uma tomada.
A crise já é de cérebros pensantes no trivial e comum. Quanto maior a corporação mais tecnologia e menos oportunidades de trabalho.
@Olympio S.F. Bezerra, Um possível paradigma para o futuro: Jovens de 50 anos seriam aposentados compulsóriamente e trabalhariam felizes como consultores, ou projetos próprios. Jovens, velhos e tecnologia seriam contemplados.