Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
A revista britânica considera que já era hora de um espaço deste tipo inteiramente dedicado ao continente onde vive metade da população mundial.
A coluna, inaugurada na edição desta semana da Economist, chama-se Banyan. É o nome de uma árvore que representa tanto a espiritualidade quanto o espírito empreendedor do continente. Foi embaixo de uma banyan que Buda alcançou a iluminação, e era embaixo delas que os antigos comerciantes fechavam negócios.
A iniciativa da Economist reflete a crescente importância da Ásia. Entre 1990 e 2007 a parcela asiática do PIB mundial passou de 26% para 38%. Para muitos chineses e indianos, isto marca um retorno à grandeza histórica. Suas economias eram maiores do que as do Ocidente antes da revolução industrial. Agora, o crescimento significa riqueza, respeito e liberdade de ação.