Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Os jornais no Japão estão em melhor situação que no resto do mundo. O diário de maior circulação no país vende impressionantes 10 milhões de cópias da sua edição matinal e 3,6 milhões em sua edição da tarde. Em uma década, o número de leitores caiu apenas 6,3%. Nos Estados Unidos, por exemplo, ele caiu 10,6% em apenas um ano.
No entanto, existem problemas. Os mais jovens não parecem interessados em ler jornais, e a população envelhece rápido. Os anúncios refletem esta realidade. Em uma década o faturamento dos jornais com anúncios caiu de US$ 9,5 bilhões para US$ 6,2 bilhões.
Os jornais já estão trabalhando para reverter a tendência. Vendedores estão fornecendo jornais para escolas como forma de incentivar a leitura por alunos. Nas universidades, os estudantes são obrigados a analisar notícias em jornais como parte do teste de admissão.