Barack Obama garante que teria mais dois ou três pontos percentuais se a Fox News não existisse. Sarah Palin andou se queixando da influência da "mídia liberal". Jornalismo tendencioso costuma ser entendido como uma anomalia, mas pode ser um sinal de concorrência saudável.
Uma teoria de dois economistas de Harvard sugere que, longe de banir a reportagem tendenciosa do mercado, a competição tende a fazer com que os veículos de comunicação busquem satisfazer o que seus diferentes públicos-alvo esperam ler, ver e ouvir. Em outras palavras, atendem ao desejo que os consumidores de informação têm de confirmarem suas crenças.
Dois economistas da Universidade de Chicago foram a campo para colocar estas idéias à prova. Descobriram que produzir notícias com um determinado viés político é mesmo economicamente racional e que os proprietários exercem uma influência insignificante sobre a tendência de seus veículos de comunicação.


“O Estadão”, esta perdendo sua credibilidade ao se igualar as demais mídias por baixo. Neste domingo(02.11.08) na mesma pagina :A27, lamentavelmente, misturou o sagrado com o libertino, “Um pronunciamento do papa” e o “ato lascivo na USP”, uma afronta aos valores cristãos do povo brasileiro. O Estadão não precisava chegar a esse ponto tão degradante, criando uma polemica por demais desmoralizante e desnecessária. É uma afronta aos cristãos, a mídia continuar a divulgar que são homofôbicos(doentes mentais) aqueles que não compartilham com certos ideários. Para a harmonia social, esta não pode ser afrontada e existem limites que implicam em não se ignorar o respeito aos valores morais da maioria, sem que isto restrinja o direito as privacidades individuais ou de grupos.
Mais de 200 mil pessoas desaparecem no Brasil por ano, segundo dados do Ministério da Justiça. Crianças e adolescentes representam cerca de 20% deste total. São 40 mil pessoas, número equivalente à população de uma cidade de médio porte. Estimativas da Subsecretaria de Direitos Humanos da Presidência da República demonstram que entre 10% e 15% desses meninos e meninas permanecem longos períodos desaparecidos e, às vezes, jamais são encontrados. A violência dentro dos lares, segundo psicólogos, é uma das principais causas dos desaparecimentos pois, afirmam, ela faz com que os filhos fujam de casa, para escaparem de agressões e, muitas vezes, de abuso sexual. O sumiço de crianças também pode ser provocado pelo tráfico de seres humanos, rapto para adoção ilegal, prostituição e exploração sexual infanto-juvenil. Em relação aos adutos, a maior causa do desaparecimento, de acordo com autoridades policiais, é a deficiência mental.
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