Leitura dos livros da série 'Crepúsculo' vai valer a detentos alguns dias a menos na prisão
Estudos sugerem que pacientes poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
Lupi deve conversar na sexta com a presidente Dilma e levar uma lista com três nomes
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de filme, livros de Stieg Larsson também viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Barack Obama garante que teria mais dois ou três pontos percentuais se a Fox News não existisse. Sarah Palin andou se queixando da influência da "mídia liberal". Jornalismo tendencioso costuma ser entendido como uma anomalia, mas pode ser um sinal de concorrência saudável.
Uma teoria de dois economistas de Harvard sugere que, longe de banir a reportagem tendenciosa do mercado, a competição tende a fazer com que os veículos de comunicação busquem satisfazer o que seus diferentes públicos-alvo esperam ler, ver e ouvir. Em outras palavras, atendem ao desejo que os consumidores de informação têm de confirmarem suas crenças.
Dois economistas da Universidade de Chicago foram a campo para colocar estas idéias à prova. Descobriram que produzir notícias com um determinado viés político é mesmo economicamente racional e que os proprietários exercem uma influência insignificante sobre a tendência de seus veículos de comunicação.