Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
Uma queixa comum durante o auge da crise financeira global era que muito poucos chefes dos grandes bancos de Wall Street estavam sendo forçados a deixar seus cargos. No entanto, agora que o pior já passou, os líderes estão exaustos e pedindo demissão, ou já estão prontos para se aposentar.
James Gorman será o sucessor de John Mack no cargo de executivo-chefe do Morgan Stanley, a partir do dia 1º de janeiro, enquanto Dick Kovacevich, do Well’s Fargo também está prestes a deixar o posto. Altos cargos do Bank of America e do JPMorgan Chase também querem sair.
Ken Lewis, executivo-chefe do Bank of America, anunciou na quarta-feira, 30, que se aposentará no final do ano, marcando o fim de um reinado de oito anos de crescimento desordenado. Os acionistas do banco pediram a saída de Lewis no início do ano, enfurecidos pelo tratamento dado à fusão com a instituição de investimentos Merill Lynch.