Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015?
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Considerado um marco da imprensa nacional, JB põe fim à sua edição impressa a partir de 1º de setembro
A estratégia do empresário Eike Batista obedece a uma lógica agressiva de relações públicas. Por Carlos Tautz
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Acompanhe a série especial sobre eleições. Por Claudio Carneiro
O russo Andrei Gavrilov e o húngaro András Schiff vêm de planetas psicoestéticos que se estranham. Por Clóvis Marques
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto no dia 29 de agosto de 1730
Pneumologista do MedImagem Medicina Diagnóstica dá dicas para quem quer parar de fumar
O leitor Milton Portenoy foi escolhido para essa semana. E você, já deu sua opinião?
Francisco Taunay analisa a relação entre cinema, fotografia e realidade
Uma queixa comum durante o auge da crise financeira global era que muito poucos chefes dos grandes bancos de Wall Street estavam sendo forçados a deixar seus cargos. No entanto, agora que o pior já passou, os líderes estão exaustos e pedindo demissão, ou já estão prontos para se aposentar.
James Gorman será o sucessor de John Mack no cargo de executivo-chefe do Morgan Stanley, a partir do dia 1º de janeiro, enquanto Dick Kovacevich, do Well’s Fargo também está prestes a deixar o posto. Altos cargos do Bank of America e do JPMorgan Chase também querem sair.
Ken Lewis, executivo-chefe do Bank of America, anunciou na quarta-feira, 30, que se aposentará no final do ano, marcando o fim de um reinado de oito anos de crescimento desordenado. Os acionistas do banco pediram a saída de Lewis no início do ano, enfurecidos pelo tratamento dado à fusão com a instituição de investimentos Merill Lynch.