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Enquanto as ex-ditaduras respiram democracia, o país experimenta uma política inusitada. Por Claudio Carneiro.
A fim de aumentar a participação no mercado brasileiro de 5% para 10%, a Renault tem, entre suas estratégias, o desenvolvimento de um carro exclusivo para o Brasil. A afirmação foi feita pelo presidente mundial do grupo, Carlos Ghosn.
“Sabemos que a oferta atual de modelos é inadequada para o crescimento que esperamos. Vamos desenvolver carros mais baratos, populares, mas sem esquecer de modelos como os quatro por quatro.”
Ghosn não revelou o prazo previsto pelo grupo para o aumento de participação no mercado nacional. Segundo ele, o Brasil é um dos mercados prioritários para a Renault. Alem disso, ele avaliou que há um forte potencial de demanda de veículos no país, devido à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), além da entrada de novos consumidores no mercado.
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