Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015?
Lucia Hippolito analisa a trajetória do PT da sua origem no sindicalismo ao governo Lula
Considerado um marco da imprensa nacional, JB põe fim à sua edição impressa a partir de 1º de setembro
A estratégia do empresário Eike Batista obedece a uma lógica agressiva de relações públicas. Por Carlos Tautz
Veja o artigo de Paulo Rabello de Castro publicado no site do Instituto Millenium
Acompanhe a série especial sobre eleições. Por Claudio Carneiro
O russo Andrei Gavrilov e o húngaro András Schiff vêm de planetas psicoestéticos que se estranham. Por Clóvis Marques
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto no dia 29 de agosto de 1730
Pneumologista do MedImagem Medicina Diagnóstica dá dicas para quem quer parar de fumar
O leitor Milton Portenoy foi escolhido para essa semana. E você, já deu sua opinião?
Francisco Taunay analisa a relação entre cinema, fotografia e realidade
A fim de aumentar a participação no mercado brasileiro de 5% para 10%, a Renault tem, entre suas estratégias, o desenvolvimento de um carro exclusivo para o Brasil. A afirmação foi feita pelo presidente mundial do grupo, Carlos Ghosn.
“Sabemos que a oferta atual de modelos é inadequada para o crescimento que esperamos. Vamos desenvolver carros mais baratos, populares, mas sem esquecer de modelos como os quatro por quatro.”
Ghosn não revelou o prazo previsto pelo grupo para o aumento de participação no mercado nacional. Segundo ele, o Brasil é um dos mercados prioritários para a Renault. Alem disso, ele avaliou que há um forte potencial de demanda de veículos no país, devido à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), além da entrada de novos consumidores no mercado.