Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
A fim de aumentar a participação no mercado brasileiro de 5% para 10%, a Renault tem, entre suas estratégias, o desenvolvimento de um carro exclusivo para o Brasil. A afirmação foi feita pelo presidente mundial do grupo, Carlos Ghosn.
“Sabemos que a oferta atual de modelos é inadequada para o crescimento que esperamos. Vamos desenvolver carros mais baratos, populares, mas sem esquecer de modelos como os quatro por quatro.”
Ghosn não revelou o prazo previsto pelo grupo para o aumento de participação no mercado nacional. Segundo ele, o Brasil é um dos mercados prioritários para a Renault. Alem disso, ele avaliou que há um forte potencial de demanda de veículos no país, devido à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), além da entrada de novos consumidores no mercado.