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Crise no setor automotivo

CEO da GM recebe apoio dos conselheiros

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O principal conselheiro externo da General Motors, George Fisher, disse, na última quarta-feira, que o presidente do conselho e CEO da General Motors, Rick Wagoner, tem o apoio unânime do conselho da empresa e vai continuar a administrar a fabricante norte-americana.

De acordo com Fisher, os 13 conselheiros externos da GM reafirmaram seu apoio a Wagoner em uma assembléia realizada nesta semana.

O encontro aconteceu após a GM anunciar, no dia 1º de agosto, um prejuízo de US$ 15,5 bilhões. Foi o terceiro maior prejuízo trimestral nos 100 anos de história da empresa.

Fontes:
NY Times - G.M.’s Directors Stand Behind Wagoner

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2 Opiniões

  1. Rodrigo Andri disse:

    Acho que a GM poderia realizar fusão com a Ford ou mesmo com a Chrysler (ou, até mesmo, uma “tripla fusão”). Seria algo fantástico para a indústria automobilística dos EUA e, com certeza, a nova empresa poderia fazer frente aos ataques covardes vindos da Ásia. GM e Ford são centenárias e as suas vitoriosas histórias não podem ser manchadas por prejuízos bilionários.

  2. Lucas Capez disse:

    Não acredito, sinceramente, numa fusão entre as montadoras norte-americanas. Como é sabido, as Três Grandes estão agonizando em crises econômico-financeiras. Seria a junção do ruim com o péssimo.

    Presentemente, as fabricantes européias (alemãs, suecas, francesas e italianas) e asiáticas (mormente, nipônicas e sul-coreanas) estão em melhores situações.

    Não procede, outrossim, a acusação do leitor Rodrigo Andri, que culpa as companhias asiáticas pela crise das moribundas de Detroit. Qualquer pessoa medianamente inteligente procura comprar um bom produto, quanto mais um automóvel, que é caro.

    As marcas japonesas sempre se destacaram, na terra do Tio Sam, em pesquisas de qualidade: carros mais confiáveis, duráveis e que apresentam menos defeitos. Alias, estudos recentes realizados nos EUA e na Alemanha, chegaram a conclusão de que os carros japônicos são menos poluentes.

    O Toyota Prius, inclusive, é o auto híbrido mais vendido do mundo. A Honda lançou a pouco um veículo movido a hidrogênio (Clarity).

    Outro pormenor é o fato dos automóveis nipônicos serem, costumeiramente, mais econômicos. Ademais, a Honda, a Nissan e a Mitsubishi vêm desenvolvendo estudos para aumentar o emprego da fibra de carbono nos seus carros a fim de diminuir os pesos dos mesmos e, naturalmente, o consumo de combustível.

    Qualquer consumidor busca alta tecnologia e qualidade nos produtos que adquire. É assim com o povo de qualquer nação.

    Lucas Capez

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