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Capitalismo responsável

Chamem a Equipe B.

A grande ideia de Richard Branson para criar uma versão melhor do capitalismo

Chamem a Equipe B.
Richard Branson defende a reformulação do capitalismo (Reprodução/Internet)

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A desaceleração parece ser a última coisa na cabeça de Sir Richard Branson. Desde que completou 62 anos em julho, o barbado empreendedor britânico tem, como sói, estampado manchetes ao redor do mundo. Sir Richard Branson se tornou notícia por, entre outras coisas, incitar Barack Obama e Mitt Romney a dar um ponto final na Guerra às Drogas; declarar sua intenção de visitar Marte; e instalar uma réplica do bar Upper Class de seu novo avião transatlântico em frente à Bolsa de Valores de NY. Foi de lá que ele promoveu o seu livro mais recente (“Like A Virgin: Secrets They Won’t Teach You at Business School”) e uma debate com seus seguidores do Twitter. O tema em discussão era:  “Como os negócios podem mudar o mundo para melhor?”.

Esse assunto tem se tornado cada vez mais central para Branson ao longo dos últimos anos. Em 3 de outubro, Sir Richard começou a pôr em prática uma nova iniciativa que ele batizou de Equipe B. A ideia é formar um pequeno grupo de líderes empresariais que pressionarão por reformas que tornem o capitalismo mais orientado para o longo prazo e socialmente mais responsável.

A Equipe B terá dois copresidentes: Sir Richard e Jochen Zeits, que, como presidente da Puma, uma empresa de bens esportivos alemã, introduziu um celebrado programa ético baseado na ação “justa, honesta, positiva e criativa”. Outros membros estão sendo recrutados, tanto de países ricos como de países em desenvolvimento, até um almoço formal que acontecerá no início do ano que vem. A ideia é que cada membro se responsabilize por uma reforma específica e trabalhe em conjunto com os outros para que todas as reformas sejam adaptadas. Uma avaliação já está sendo feita para descobrir quais reformas estão prontas para serem pressionadas. A contabilização adequada para o impacto ambiental, um fim para a divulgação de resultados trimestrais e a abandono gradual do dos subsídios a combustíveis fósseis provavelmente estarão no topo da lista.

Fontes:
The Economist-Call in the B Team

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