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Crise das fabricantes de carros

Chefe da GM encarna a cultura da empresa, e do setor

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O fato de o governo e o Congresso dos EUA terem tentado aprovar empréstimo de US$ 15 bilhões à General Motors  e à Chrysler para que não quebrem antes do Natal é uma espécie de humilhação para chefes destas fabricantes, especialmente para Rick Wagoner.

Wagoner, presidente do conselho e executivo-chefe da GM, tem 55 anos e esteve na empresa durante toda a sua vida profissional. Está na corda bamba, assim como o setor autombilístico que tem nele um símbolo.

Nem mesmo o crítico mais mordaz poderia jogar a culpa dos problemas mais profundos que afligem as três grandes de Detroit em Bob Nardelli, da Chrysler, ou em Alan Mulally, da Ford. Ambos têm apenas quatro anos de experiência no setor, e foram contratados exatamente para trazer uma nova visão sobre os males que as fabricantes já enfrentavam. Já Wagoner encarna a cultura da GM, tanto para o bem, quanto para o mal.

Fontes:
Economist - Mr Detroit

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2 Opiniões

  1. Dorival Silva disse:

    Realmente o Wagoner, da General Motors, é um produto típico de uma cultura antiquada, superada, que precisa mudar. A Ford e a Chyrsler perceberam isso e trouxeram um CEO de fora. A GM persiste em "prestigiar a prata da casa". Vai se dar mal.

  2. aliberto amaral disse:

    Afinal os empregados são os verdadeiros dono da GM. O Sr. R. Wagoner é um deles. Logo não há nada de novo no texto.
    Ali

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