Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015?
Lucia Hippolito analisa a trajetória do PT da sua origem no sindicalismo ao governo Lula
Considerado um marco da imprensa nacional, JB põe fim à sua edição impressa a partir de 1º de setembro
A estratégia do empresário Eike Batista obedece a uma lógica agressiva de relações públicas. Por Carlos Tautz
Veja o artigo de Paulo Rabello de Castro publicado no site do Instituto Millenium
Acompanhe a série especial sobre eleições. Por Claudio Carneiro
O russo Andrei Gavrilov e o húngaro András Schiff vêm de planetas psicoestéticos que se estranham. Por Clóvis Marques
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, nasceu em Ouro Preto no dia 29 de agosto de 1730
Pneumologista do MedImagem Medicina Diagnóstica dá dicas para quem quer parar de fumar
O leitor Milton Portenoy foi escolhido para essa semana. E você, já deu sua opinião?
Francisco Taunay analisa a relação entre cinema, fotografia e realidade
Nos primeiros três meses de 2009, as vendas de TVs LCD no Brasil aumentaram em 70% em relação primeiro trimestre de 2008. No mesmo período, as vendas de aparelhos de tubo caíram 35%. Este novo cenário mostra que a indústria nacional está perdendo espaço principalmente para os fabricantes coreanos LG e Samsung.
Em 2008, a LG conseguiu o liderar o mercado, seguida pela Semp Toshiba — empresa com 60% de capital nacional e 40% japonês. Outras fabricantes de capital nacional, como a CCE e a Gradiente, estão fora do mercado de LCD.
Isso porque não existe fabricação local de telas de LCD ou plasma, diferentemente dos tubos de raios catódicos. Por isso, as empresas LG e Samsung têm levado vantagem no mercado brasileiro, pois têm fabricação própria das telas fora do país.