Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
PP deve sacramentar o deputado Arthur Lira (PP-AL) no cargo
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Ahmadinejad sabe que as sanções têm objetivos imediatos, mas também de longo prazo
Programação no Rio sofre uma reviravolta após desabamento de prédios ao lado do Municipal
O cartão-postal de Manama é o World Trade Center, construído com três turbinas eólicas
Panela de pressão da política dos acertos partidários chega a seu ponto alto de fervura
Diretor alemão filma em seu país drama histórico com sotaque britânico
A Opinião Pública da semana é do Jayme Mello. Participe também!
Operação tem justificativa legal, mas é um fracasso do ponto de vista social e humano
A descentralização, processo de redistribuição de hierarquias para fora do centro da organização, tem ganhado seus adeptos ao longo dos séculos.
Foi o modelo dominante durante a maior parte do século 19. Entretanto, depois da invenção de telex e do telefone, a centralização passou a ganhar mais força, e tornou-se a mentalidade principal durante todo século 20.
Mas nem uma é melhor que a outra, segundo a opinião do autor do bestseller internacional “In Search for Excellence” Tom Peters. Ele acredita que uma companhia deve ser tanto descentralizada como centralizada. Peters afirma que é justamente a variação desses dois elementos que garante o sucesso à empresa.
Um exemplo de sucesso dessa difusão de poder é o crescimento e desenvolvimento acelerado das tecnologias de informação, como a internet e outros sistemas eletrônicos, que se beneficiam dos baixos custos e da liberdade de decisão de seus funcionários.