Em junho as vendas do setor tiveram o menor declínio no ano a ano desde o início da crise, e na Europa cresceram 4,1% em relação ao mês anterior.Depois de caírem 40% no final do ano passado e permanecerem no menor nível desde a década de 1970, o aumento considerável das vendas de carros no mercado norte-americano daqui para a frente é quase uma certeza. O aumento do desemprego ainda freará os negócios, mas o elemento vital para o setor, o crédito para a compra de carros novos, está disponível novamente — e até mesmo para mutuários que não se enquadram no perfil.
Outros fatores que sustentam o otimismo quanto ao futuro são o aumento da rentabilidade das fabricantes de carros devido à queda dos preços das matérias-primas e o impacto positivo que uma GM reestruturada e enxuta pode ter tanto no mercado norte-americano quanto no europeu. O pior parece já ter passado, mas o caminho para a total recuperação é longo e árduo.

General Motors e Chrysler pedindo concordata, a Ford lutando para não chegar a isso, onde é que o mundo vai parar?