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Grupo Bertin salva leilão de Belo Monte, por enquanto

Grupo Bertin salva leilão de Belo Monte, por enquanto
Rio Xingú, no Pará, onde será construída a hidrelétrica

Odebrecht e Camargo Corrêa desistiram da disputa pela hidrelétrica. Governo correu para convencer outro grupo empresarial a formar consórcio.

A Odebrecht e a Camargo Corrêa, que formariam um dos consórcios para o leilão, citaram a ausência de “condições econômico-financeiras que permitissem sua participação na disputa”. O mercado vem criticando muito o preço da tarifa de R$ 83 o megawatt-hora para a usina de Belo Monte. O valor é considerado baixo diante do grau de investimento necessário.

O governo correu para achar empresas que aceitassem concorrer pelo direito de construir a usina de Belo Monte, no Pará, com o único consórcio que permanecia formado para o leilão, o da Andrade Gutierrez, Neoenergia (associação entre a Iberdrola, a Previ e o Banco do Brasil), Vale e Votorantim. O grupo Bertin atendeu ao chamado da Eletrobrás e formará consórcio com a Queiroz Galvão, a OAS, a Mendes Júnior, a Serveng e com um grupo chinês.

Mas o governo continua sob pressão. O consórcio formado por Andrade Gutierrez, Neoenergia, Vale e Votorantim diz que o governo terá que ceder em alguns pontos para que a disputa por Belo Monte aconteça.

Leia mais:

Suez indecisa sobre Belo Monte

Fontes:
Valor Online - Grupo Bertin forma consórcio para Belo Monte
Folha de S.Paulo - Governo tenta salvar disputa em Belo Monte
O Globo - Camargo Corrêa e Odebrecht desistem de Belo Monte

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