Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
"A água é o petróleo do século XXI", disse o executivo-chefe da empresa química Dow, Andrew Liveris. Assim como o petróleo, a água é um lubrificante importante da economia global, e sua oferta — pelo menos a da água potável — também vem sofrendo uma enorme pressão.
Isto se deve ao crescimento da população mundial e a uma classe média emergente na Ásia, que demanda um outro padrão de utilização da água. O Goldman Sachs estima que o consumo mundial esteja duplicando a cada 20 anos. Segundo o banco, trata-se de um ritmo de crescimento insustentável.
A água, ao contrário do petróleo, não tem substituto. Além do setor agrícola, muitos outros produtos e serviços também dependem deste recurso, como é o caso da geração de energia. O banco JPMorgan calcula que cinco gigantes dos setores de alimentos e bebidas — Nestlé, Unilever, Coca-Cola, Anheuser-Busch e Danone — consomem quase 575 bilhões de litros de água por ano. Seria o suficiente para o consumo em um dia de todas as pessoas do planeta.