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O culto do chefe anônimo

O culto do chefe anônimo
São os exibidos que criam o futuro

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Alguns dos chefes mais poderosos do mundo são desconhecidos. Sam Palmisano, da IBM, Tony Hayward, da BP, Terry Leahy, do Tesco e Vittorio Colao, da Vodafone são chefes fáceis de esquecer. A preferência por chefes anônimos é uma reação contra os autoritários e que se enxergam como os mais importantes. Alguns inspiraram a criação da lei Sarbanes-Oxley, que passou a garantir transparência nas gestões de empresas. Bob Nardelli, da Home Depot e Carly Fiorina, da Hewlett-Packard se comportavam como grandes estrelas e acabaram apresentando resultados desanimadores. Mas em geral, o mundo corporativo precisa mais de visionários exibicionistas e egomaníacos do que de lideres humildes e funcionários públicos.

O fundador da IBM Tomas Watson transformou a empresa em uma seita e ele mesmo em um objeto de adoração coletiva. Bill Gates e Steve Jobs são dois construtores de impérios. Essas são as pessoas que criam o futuro.

Fontes:
Economist - The cult of the faceless boss

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2 Opiniões

  1. Alfredo Sloane disse:

    Fico na dúvida. Tudo bem que uma figura tipo Jack Welch, da GE, tenha sido super carismática. Mas e o Alfred P. Sloan, o homem que construiu a General Motors? Ao que me consta era do tipo perfil discreto, e deixou uma herança de técnicas de administração única.

  2. P.F. disse:

    É parente seu pelo visto! Ou o seu nome aportuguesado! 🙂

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