Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
Trata-se de uma inusitada experiência de consumo que vem ganhando importância cada vez maior nos EUA.
As lojas aparecem de repente, e são fechadas tão subitamente quanto foram abertas. O objetivo é pegar as pessoas de surpresa, “intervir na vida do consumidor”. Em maio, a rede de lojas de departamento Target abriu um bazar relâmpago de três dias em um museu abandonado para vender itens a preços mais baixos. Barcos, ônibus e até igrejas também vêm sendo usados para experiências desse tipo.
As lojas temporárias tendem a atrair a atenção da imprensa, bem como dos consumidores, muitas vezes mais do que um comercial na televisão ou um anúncio nos jornais.