Trata-se de uma inusitada experiência de consumo que vem ganhando importância cada vez maior nos EUA.
As lojas aparecem de repente, e são fechadas tão subitamente quanto foram abertas. O objetivo é pegar as pessoas de surpresa, “intervir na vida do consumidor”. Em maio, a rede de lojas de departamento Target abriu um bazar relâmpago de três dias em um museu abandonado para vender itens a preços mais baixos. Barcos, ônibus e até igrejas também vêm sendo usados para experiências desse tipo.
As lojas temporárias tendem a atrair a atenção da imprensa, bem como dos consumidores, muitas vezes mais do que um comercial na televisão ou um anúncio nos jornais.

Muito estranha essa de lojas temporárias…
Tirando as “IGREJAS”(deveria ser proibido),
gostei das “Lojas Temporarias”.
A antiga tradição de vendas temporárias nos “garage sales” dos EUA, semelhante a dos nossos camelôs e suas mercadorias que mudam de tipo todo dia, indicam que essa nova onda, dando certo lá, logo vai pintar por aqui.
Mas já temos porém com o rótilo de camelôs.
Espero que peeegue sem que o govereno queira abocanhar altos impostos e ou multas,deixando o consumidor mais à vontade.