Na última quarta-feira, a Comissão de Valores Mobiliários norte-americana barrou a mais recente tentativa dos acionistas dissidentes de eleger o Conselho de Administração de sua escolha.
Sob pressão dos patrões, a Comissão de Valores Mobiliários votou contra a proposta de que as empresas cubram os gastos de acionistas dissidentes que pretendam indicar os seus próprios candidatos para o conselho.
Nos EUA, os acionistas devem arcar com as despesas extras do processo eleitoral corporativo quando decidem incluir nomes que não estejam na cédula oficial de votação.

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