Os seguidores de Milton Friedman costumam argumentar que a única responsabilidade de uma empresa é tentar ter cada vez mais lucro. Mas a maioria das grandes empresas americanas sucumbiu ao "politicamente correto".
Agora um pensador da esquerda se junta aos céticos que não acreditam na RSC, como é chamada. Em seu novo livro Supercapitalism, Robert Reich, que foi ministro do trabalho de Clinton e hoje é professor universitário, argumenta que os ativistas da RSC estão atirando nos alvos errados. Em vez de perder seu tempo discutindo se a WalMart ou a Google são boas ou más, eles deveriam pressionar o governo para regulamentar as empresas e obrigá-las a cumprir as leis.

Nada é imutavel.
Conceitos atuais como papel social, sustentabilidade, preocupação ambiental, devem ser fatores seletivos, por lei , ou por filosofia , para distinguir a atuação do capitalismo moderno e global.
Esse conceito de RSC é pura demagogia.