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A democracia brasileira não é, ainda, muito digna do nome, quando o eleitorado olha o panorama à sua volta
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O Próxima Parada do Opinião e Notícia segue para Natal, no Rio Grande do Norte, e conta com a participação dos leitores.
Nossa coluna semanal de críticas (construtivas) à imprensa
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Primeiro artigo da série sobre o curso A arte do Design - Art Nouveau e Bauhaus, da Casa do Saber Rio
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Especialistas em aviação sempre defenderam que na hora do pouso, o momento mais crítico de um voo, é mais seguro confiar os procedimentos ao piloto automático. A teoria agora vem sendo questionada.
Os procedimentos de aproximação da pista feitos com piloto automático são extremamente precisos. No entanto, quando os pilotos confiam demais nos equipamentos, aumentam os riscos de acidentes. No caso do avião turco que caiu em Amsterdã, por exemplo, o piloto automático foi traído por um erro do altímetro, o aparelho que informa a que altitude a aeronave se encontra.
Mesmo com o risco, vale lembrar que os avanços tecnológicos como o piloto automático permitiram que a aviação comercial crescesse em escala que a torna viável. Sem os computadores de bordo e o piloto automático, seria impossível que 50 mil voos ocorressem por dia apenas nos Estados Unidos. Andar de avião seria uma experiência mais arriscada.
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