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Desenvolvimento

O Brasil ainda tem muito o que fazer

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Embora o Brasil tenha se destacado internacionalmente com suas exportações diversificadas, o sucesso do etanol e a conquista do grau de investimento, o país ainda dá sinais alarmantes de subdesenvolvimento.

O Brasil enfrenta uma série de dicotomias que só nos mostram que ainda há muito a fazer para atingirmos o desenvolvimento. O mesmo Brasil que produz aviões a jato, não sabe o que fazer com os mosquitos da dengue. Exportamos as modelos mais bem pagas do mundo e também garotas a bordéis de todo o planeta. Exploramos petróleo a sete mil metros de profundidade, mas aparecemos em último lugar no ranking internacional de matemática e na penúltima posição em ciências, na comparação feita pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) entre quarenta países.

Os economistas Octavio de Barros e Fabio Giambiagi afirmam no livro "Brasil Globalizado", que está sendo lançado esta semana, que o país nunca esteve tão perto do desenvolvimento. Para eles, a primeira opção é limitar-se a acumular avanços econômicos e perpetuar a tensa coexistência entre o Brasil de Primeiro Mundo e o Brasil de Terceiro Mundo. A outra é estreitar mais rapidamente a distância que o separa do Primeiro Mundo.

Fontes:
Veja - Com que asas o país vai voar?

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2 Opiniões

  1. Arlon Borges disse:

    A chave de tudo é a educação. Foi o que fizeram Japão, Coréia do Sul, Irlanda e outros que cresceram dramaticamente. Temos de investir em educação, mas com um presidente que acha que ler livros é uma bobagem chata vai ser difícil.

  2. Carlos Eduardo Fernandes Teixeira disse:

    Nossos avanços econômicos são primários e dependentes. Nós invertemos a mão. Primeiro deveríamos ter primado pela excelência de seu povo para aí corrermos atrás do resto. Nós só exportamos matérias primas praticamente. Até os aviões que nos orgulhamos não tem toda a tecnologia feita aqui. As partes eletrônicas são feitas lá fora e nos custam pequenas fortunas.
    Continuamos com a mentalidade de colônia. Exportamos mil navios de minério para poder importar um de “chips” para montar os PCs aqui. Nós devemos começar a preconizar a criação de tecnologia ou nunca seremos desenvolvidos.
    Um abraço.

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