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Crise financeira

Os emergentes no centro da tormenta

Com a fuga de capitais estrangeiros e a pouca confiança, os países emergentes enfrentam a desvalorização de suas moedas e a queda de seus mercados de ações — em alguns casos perdendo metade do seu valor.

A apreensão no mercado de crédito causou devastação, com bancos estrangeiros subitamente deixando de emprestar e desistindo de prestar até mesmo os serviços mais básicos, como o crédito comercial.

As diferentes economias em desenvolvimento estão mais ou menos preparadas, mas a forma como o conjunto destes países reage à crise determinará se o mundo tem pela frente um recessão ligeira ou algo pior. Os emergentes foram responsáveis por cerca de 75% do crescimento global nos últimos 18 meses.

A China será menos afetada, com seus US$ 2 trilhões em reservas internacionais, superávit em conta-corrente, pouca ligação com bancos estrangeiros e excedente orçamental. Brasil, Índia e Rússia devem sofrer mais.

A Economist considera que, apesar da grande exposição das empresas nacionais ao dólar, o Brasil deve resistir à tormenta. O país tem uma economia diversificada e abundância de reservas internacionais, o que ajuda a enfrentar um crescimento mais lento.

Fontes:
Economist - The financial crisis: Into the storm

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3 Opiniões

  1. renato vasconcellos disse:

    parece que a marolinha está virando tsunami e o novo comandante desta nau
    que não traçou o rumo da mesma agora não sabe muito bem o que fazer a não ser fazer piadas

  2. yama souto disse:

    As notícias e os fatos reais demonstram que o Messias Analfabeto do Agreste e os alquimistas econômicos da intelligentzia tupiniquim são portadores de imbecilidade inata assim como o analfabetismo visto pelo Messias na sua família…A frase do "eu estou tranqüilo" é coerente com o que fez a imigrante italiana da Mooca que já providenciou a sua certidão de descendente dos carcamanos. A outra orientação de que "comprem para o Natal ele será o melhor de todos" é uma mentira ou um placebo programado pelos intelectuais socialistas morenos que agora salvarão os amigos que fizeram realmente a farra da "rua larga de Brasília". Viva a estatização para alegria dos amigos do Messias do Agreste!

  3. Marcelo de Matos disse:

    O mundo passou pela crise de 1929, pela de 1971, quando muitos investidores perderam dinheiro nas bolsas de valores do Brasil, principalmente os que investiram em fundos de investimento. Muitos dos fundos existentes naquela época, senão todos, já não existem mais. Lembro-me do São Paulo Minas, do Univest, do Cabral de Menezes. Os proprietários desses fundos não quebraram, pois, souberam privatizar os lucros e socializar os prejuízos. Quebraram os investidores “incautos”. A atual crise também passará: não é o fim do mundo. Se eu tivesse dinheiro para investir aproveitaria para comprar ações de bancos e empresas de telefonia celular, mineradoras, cosméticos, bebidas e cigarro. Tenho certeza de que os vícios não sucumbirão com a crise, nem a vaidade feminina, nem o hábito de andar com o tijolinho na orelha, mesmo dirigindo. La nave va!

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