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'Arte da Guerra'

Pós em gestão tem visitas a bases militares

'Os conhecimentos necessários na preparação de um conflito bélico podem ser aplicados em qualquer outro segmento e se encaixam perfeitamente no mundo corporativo', diz o coordenador do curso

Pós em gestão tem visitas a bases militares
'A Arte da Guerra' foi escrito há cerca de 2.500 anos

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O jornal Valor Econômico desta segunda-feira, 14, traz uma reportagem sobre a pós-graduação em estratégia militar para gestão de negócios da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), em São Paulo.

A pós da Faap já está na sua terceira turma. Entre as matérias do programa estão geopolítica, planejamento estratégico, confecções de cenários, inteligência competitiva e até contrainteligência. Há atividades extraclasse inusitadas, como visitas a bases militares, por exemplo, no Guarujá e na Amazônia.

General da reserva coordena o curso

“Não há fenômeno de maior complexidade do que a guerra. Os conhecimentos necessários na preparação de um conflito bélico podem ser aplicados em qualquer outro segmento e se encaixam perfeitamente no mundo corporativo”, disse ao Valor o coordenador do curso, o general da reserva Antonio Luiz da Costa Burgos.

As analogias entre as estratégias militares e a administração de empresas é algo muito disseminado desde que o livro “A Arte da Guerra”, escrito pelo general chinês Sun Tzu há cerca de 2.500 anos, virou livro de cabeceira de inúmeros executivos e líderes corporativos.

Fontes:
Valor Online - O que o Exército pode ensinar aos executivos

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2 Opiniões

  1. Markut disse:

    Nada a extranhar. O mundo corporativo tem tudo para se assemelhar a uma guerra.
    O mesmo belicismo, o mesmo espírito de competição, em que, necesariamente, haverá um vitorioso e um derrotado.
    Nada a extranhar que a “Arte da Guerra” de Sun Tzu continue sendo um clássico nas cabeceiras insones de muitos executivos de hoje, após 2500 anos, uma vez que a natureza humana não mudou em nada ,desde então, e sou dos que crêm que não mudará nunca.

  2. Vinícius Ramos Bezerra disse:

    No primeiro filme de George Lucas, THX 1138, ele retrata um mundo hipertecnológico. Nele, a concorrência é tão acirrada que num desastre nuclear e morte de 63 colegas de profissão, um outro setor comemora porque eles agora tem um índice de morte menor que os concorrentes.

    Será mesmo que o mundo militar das guerras se enquadra ou se assemelha (como bem falou Markut) ao mundo corporativo?

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