Novos estudos sugerem que pacientes internados poderiam ser alimentados de forma mais agressiva
IPTU pode e deve ser utilizado como instrumento da Justiça Tributária
Incríveis avanços tecnológicas não significam a morte de tecnologias anteriores
Nelson Mandela assumiu o cargo em 9 de fevereiro de 1994
Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
Além de ter o primeiro título no cinema, livros de Stieg Larsson viraram minissérie
A Opinião Pública da semana é de Vanderlei Alves P. Junior
Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
Sinais não-verbais podem nos ajudar se os identificarmos
Documentário é uma emocionante sinfonia de som e imagem
Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
A principal barreira para o crescimento do país é a informalidade. Representa 28% do total de entraves ao desenvolvimento. Para superá-la bastaria simplificar os tributos, ampliar a fiscalização e fazer valer as penalidades. As distorções atuais propiciam aos ilegais lucros três vezes maiores.
No segundo lugar da lista estão as distorções – principalmente juros altos – provocadas pelo desequilíbrio nas contas do governo. A solução seria controlar os gastos públicos e criar condições reais para a queda dos juros.
Em terceiro vem o excesso de burocracia, impostos, controle de preços, barreiras comerciais e legislação trabalhista rígida. Para superar essa barreira seria necessário combater a burocracia, ampliar o número dos que pagam impostos, reduzir a carga tributária e eliminar entraves ao comércio.
O quarto ponto é a ineficiência do Estado em prover a sociedade de serviços como educação, Justiça, saúde e segurança. A solução seria melhorar a gestão do setor público – principalmente na qualidade do gasto.
Por fim, vêm o sistema de transporte precário, os limites reduzidos de estocagem agrícola e a incerteza na oferta de energia. É necessário ampliar o investimento em infra-estrutura, tanto público como privado.