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A competição intensa entre universidades

Os governos querem ter excelentes universidades, porque a economia moderna é impulsionada pelo capital humano

A competição intensa entre universidades
Atenção deslocou-se dos rankings nacionais para os internacionais (Fonte: Reprodução/Matt Herring/The Economist)

A educação superior nos Estados Unidos tem sido um investimento extremamente competitivo. Os alunos e os reitores das universidades acompanham ansiosos o ranking elaborado pelo US News and World Report. Essa classificação ordenada de acordo com critérios determinados estimula a estratificação. A proporção de alunos que desiste do curso é um dos critérios de classificação, porque incentiva a seletividade. Essa seletividade, por sua vez, é um parâmetro que ajuda a diferenciar as melhores universidades das instituições de ensino superior com um desempenho pior.

Agora, a competição e a estratificação estão disseminando-se. Segundo Ellen Hazelkorn, autora de Rankings and the Reshaping of Higher Education, existem em torno de 150 rankings nacionais no mundo inteiro. Mas graças à globalização e ao fluxo crescente de estudantes internacionais, a atenção deslocou-se dos rankings nacionais para os internacionais.

Os governos querem ter excelentes universidades, porque a economia moderna é impulsionada pelo capital humano. O objetivo é preparar pessoas, que irão criar propriedade intelectual e empresas de alta tecnologia semelhantes às de Stanford e Cambridge.

O valor elevado das mensalidades nas universidades também é outro critério de seletividade, que estimula a competição. Os alunos “querem ter certeza de que o diferencial de excelência em seus diplomas, será um passaporte para o futuro”, disse Phil Baty, um colaborador do Times Higher Education. As universidades estaduais nos Estados Unidos demonstraram pouco interesse no mercado internacional, disse Baty. Agora, com o corte nos orçamentos, os reitores terão de buscar novas fontes de financiamento.

Fontes:
The Economist - Rankings: Top of the class

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