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Mercados divergentes

A diversidade da economia mundial em 2014

O crescimento acelerado e o preço mais barato do petróleo ajudaram a impulsionar o mercado de ações nos Estados Unidos

A diversidade da economia mundial em 2014
Apesar dos esforços dos bancos centrais, a inflação em todos os lugares diminuiu a níveis excessivamente baixos (Reprodução/Internet)

Crescimento acelerado nos Estados Unidos, após um início de ano fraco, e na Índia depois de eleições decisivas. No entanto, a economia na China estagnou, a Europa definhou e o Japão entrou em colapso.

Em resposta a uma economia em crise o Federal Reserve cancelou a “flexibilização quantitativa”, mas o Banco Central do Japão aumentou a emissão eletrônica de dinheiro. O Banco Central europeu paralisou suas operações.

Apesar dos esforços dos bancos centrais, a inflação em todos os lugares diminuiu a níveis excessivamente baixos, sobretudo, na zona do euro. Já o aumento nos impostos sobre vendas no Japão causou um acréscimo nos preços dos consumidores.

A queda no preço do petróleo foi uma das razões do declínio da inflação. Graças a uma demanda fraca e uma oferta flutuante, o preço caiu pela metade.

O crescimento acelerado e o preço mais barato do petróleo ajudaram a impulsionar o mercado de ações nos Estados Unidos, que alcançou novos recordes durante o ano. Os preços das ações aumentaram mais rápido do que os lucros.

Os exportadores de petróleo sofreram quedas drásticas em suas moedas, a exemplo da Ucrânia depois da intervenção da Rússia. A confiança na maioria dos mercados emergentes diminuiu.

Apesar de o crescimento ter sido fraco segundo os padrões chineses e o preço dos imóveis tenha começado a cair, o mercado de ações na China subiu.

O mercado de ações na Índia teve um crescimento expressivo em razão da vitória de Narendra Modi nas eleições e a redução do déficit em conta corrente, como resultado da queda do preço do petróleo.

O gráfico mais popular no site da The Economist mostrou o que poderia ter acontecido no momento em que o mundo assistiu a um vídeo pop sul-coreano.

Fontes:
The Economist-Diverging markets

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