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Afeganistão: poucos soldados, muitas bombas

O número de civis afegãos mortos pelas forças ocidentais é tão perigoso quanto os mais cruéis ataques de homens-bomba talibãs.

Combater um movimento de insurgência, enquanto se tenta reconstruir um estado a partir das ruínas do Afeganistão, nunca foi considerada uma tarefa fácil, principalmente com uma coalizão de 37 países.

Mas os aliados criaram duas forças separadas, ambas comandadas por generais americanos: a Força de Assistência de Segurança Internacional (ISAF), liderada pela OTAN, e a Combined Joint Task Force 82 – forças especiais a serviço da Operation Enduring Freedom (OEF) que caçam líderes talibãs e da al-Qaeda.

Ambos os grupos mataram civis, mas a maioria dos incidentes mais controversos, como a morte de sete crianças num ataque aéreo à província de Paktika, foi de responsabilidade da OEF.

Fontes:
Economist - Too few soldiers and too much bombing from the air is damaging the American-led campaign
Folha de S. Paulo - Ataque da Otan no Afeganistão mata ao menos 25 civis, diz polícia

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