A Federação Internacional da Cruz Vermelha informou nesta quinta-feira, 19, que os países africanos Tanzânia e Burundi estão caçando seus cidadãos albinos para utilizar partes de seus corpos em rituais. A prática está levando milhares de pessoas nos dois países a fugir para o campo.
Na Tanzânia, país com aproximadamente 200 mil albinos, e em Burundi, onde se estima que vivam pelo menos mil albinos, as pessoas com esta doença genética têm que se manter isoladas para não serem alvo dos caçadores. Os corpos são comercializados em outros países africanos onde se acredita que eles trazem sorte e riqueza.
A Cruz Vermelha avalia os albinos como pessoas especialmente vulneráveis. A falta de pigmentação os torna mais suscetíveis a câncer e outras doenças de pele.

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