Os rebeldes sunitas foram enforcados nesta terça-feira, 14, em uma prisão na cidade de Zahedan, no sudeste do país.
Eles pertenciam ao Jundallah, um grupo islâmico sunita considerado terrorista pelo governo do Irã, e ao qual se atribui a morte de centenas de soldados e civis iranianos. Teerã acusa os EUA de apoiarem esse grupo.
O Jundallah assumiu a autoria de um atentado contra uma mesquita xiita em Zahedan no dia 28 de maio, deixando 25 pessoas mortas. Dois dias depois, o Irã executou três homens acusados de estarem envolvidos no ataque.

Execuções sumárias são típicas de ditaduras sanguinárias, como a do Irã. Enforcar alguém dois dias após o suposto “crime” deixa claro que eles não foram levados a um julgamento normal, com chance de se defender.