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Ponto alto da visita é assistir o pôr do sol. Por Fernanda Costta*
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Tragédia provoca debate sobre a eficiência dos processos de licenciamento e fiscalização
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Obras no Rio se tornaram caso de polícia. E achar um culpado vai ser difícil. Ai se eu te pego!
O Irã ignorou pedidos de grupos de direitos humanos e executou um ativista curdo acusado de ser um inimigo de Deus.
Ehsan Fattahian, de 27 anos, foi enforcado nesta quarta, 11, na cidade de Sanandaj. Ele fazia parte de um grupo ilegal curdo de oposição chamado Komeleh e afirmou ter sido torturado durante três meses. Sua sentença inicial de 10 anos de prisão foi alterada para pena de morte por um tribunal superior. O pai de Ehsan disse que funcionários da cadeia impediram que a família visitasse seu filho nos últimos meses. A Anistia Internacional informou que outros dois iranianos curdos correm o risco de ser executados e que dez homens e mulheres podem estar no corredor da morte por participar de organizações curdas.
Os confrontos entre curdos e as forças de segurança iranianas são frequentes em Sanandaj, na província de Curdistão. A lista da Anistia Internacional mostra o Irã como o segundo lugar onde mais pessoas foram executadas em 2008, com 346 mortes.