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Educação

Algumas lições de sucesso dos colégios particulares na Grã-Bretanha

Além da formação acadêmica excelente, elas são um passaporte de entrada nas melhores universidades

Algumas lições de sucesso dos colégios particulares na Grã-Bretanha
O colégio Eton está entre as escolas de elite particulares da Grã-Bretanha (Reprodução/Wikipedia)

Os colégios particulares na Grã-Bretanha são chamados, curiosamente, de “escolas públicas”, embora não sejam abertos a qualquer aluno. Seus nomes — Eton, Winchester, Harrow, Fettes — evocam imagens de blazers listrados e chapéus de palha, dias dedicados à distribuição de prêmios e discursos, e jogos de rugby. Mas, apesar de suas excentricidades, as escolas de elite particulares da Grã-Bretanha são superpotências empresariais. Os colégios triplicaram suas mensalidades em termos reais a partir de 1980, mas os pais ainda batem às suas portas. Eles são um fenômeno global: mais de um terço dos seus alunos são estrangeiros e as escolas criaram campus em lugares distantes como em Almaty no Cazaquistão (Haileybury) e Bangkok (Harrow), assim como em lugares menos exóticos como Cingapura e Pequim.

O segredo do sucesso dessas escolas é simples. Além da formação acadêmica excelente, elas são um passaporte de entrada nas melhores universidades, em uma época em que as recompensas do sucesso acadêmico estão cada vez mais valorizadas. Os ótimos resultados de seus exames não se comparam com o desempenho mais fraco das escolas financiadas pelo Estado (apesar da discussão se isso pode ser atribuído à seleção rigorosa da admissão dos alunos). E os alunos formados pelos colégios particulares tradicionais preenchem dois quintos das vagas dos cursos de graduação em Oxford e Cambridge, embora eduquem apenas 7% das crianças na Grã-Bretanha.

 

 

Fontes:
Economist-A very British business

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